Brasília, 29/04/09 - O deputado federal Décio Lima (PT) comemorou a liberação, nesta quarta-feira, 29, de recursos federais na ordem de R$ 83,6 milhões para obras de reconstrução em municípios catarinenses. Na Assembléia Legislativa, a deputada Ana Paulo também comentou a notícia: “Depois de muito sofrimento, de inúmeros avisos, de muitas injustiças, essa medida do Governo Federal somente foi possível depois que o Governo do Estado finalmente reapresentou os projetos relativos à catástrofe de 2008 na rubrica reconstrução”.
Os deputados destacaram a ação do Governo Federal e da bancada catarinense na resolução do impasse durante todo o processo de intermediação para a agilização das obras nos municípios atingidos. “Foi um trabalho conjunto da senadora Ideli Salvatti e dos deputados federais Décio Lima, Cláudio Vignatti e Jorge Boeira”, disse Ana Paula, presidente do Fórum Permanente de Solidariedade e pela Reconstrução das Cidades Atingidas pelas Enchentes e Enxurradas em 2008.
As obras nos municípios de Blumenau, Gaspar, Ilhota, Luiz Alves, Jaraguá do Sul, Brusque, Timbó e outros serão realizadas pela Secretaria Estadual de Infra-Estrutura, através do DEINFRA.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
Fidel defende fim do bloqueio e diz que Cuba não pede esmola
Algumas horas depois de a Casa Branca anunciar que o governo dos Estados Unidos colocará fim às restrições a viagens e ao envio de remessas para Cuba, o ex-presidente da ilha, Fidel Castro, fez o primeiro pronunciamento sobre a iniciativa. Em artigo, ele questiona o fato de os norte-americanos não terem falado em suspender o bloqueio. "Cuba resistiu e continuará a resistir. Não estenderá jamais as suas mãos a pedir esmola", escreveu, expondo a timidez da medida.
"(A Casa Branca) anunciou o alívio de algumas das odiosas restrições impostas por (George W.) Bush aos cubanos residentes nos Estados Unidos(...). Mas quando se perguntou se tais medidas valeriam para outros cidadãos norte-americanos, a resposta foi que não estavam autorizados. Sobre o bloqueio, a mais cruel destas medidas, não se disse uma palavra", afirmou Fidel em um artigo publicado no site Cuba Debate. Ele classificou ainda o bloqueio a Cuba como uma "medida genocida", afirmando que ele "custa vidas humanas" e causa sofrimentos "dolorosos" aos cubanos, na medida em que impede que medicamentos e equipamentos médicos com componentes americanos cheguem à ilha. O ex-presidente cubano afirmou que muitos parlamentares americanos - entre eles, o senador republicano Richard Lugar - são favoráveis ao fim do bloqueio, e disse que estão dadas as condições para que Barack Obama acabe com esta política que vem fracassando durante quase meio século. Fidel também criticou o fato de Cuba não ter sido convidada para participar da Cúpula das Américas, que acontece no final desta semana, em Trinidad e Tobago. "Cuba jamais estenderá suas mãos pedindo esmolas. Seguirá adiante, com a cabeça erguida, cooperando com os povos irmãos da América Latina e do Caribe, haja ou não Cúpula das Américas, presida ou não Obama os Estados Unidos ou (que o presidente dos EUA) seja um homem uma mulher, um cidadão branco ou negro". O líder cubano, no entanto, reafirmou a disposição de seu país em dialogar com o novo governo dos EUA e de normalizar as relações entre os dois países. Ele ainda disse não culpar Obama pelas políticas de seus antecessores. Obama suspendeu, nesta segunda, todas as restrições de viagens e envio de dinheiro sobre os cidadãos cubano-americanos que têm família em Cuba. O presidente norte-americano também autorizou que companhias dos EUA estabeleçam conexões de fibra óptica e por satélites com Cuba, negociando com seus pares na ilha para oferecer serviços de telefonia móvel, assim como ampliar a lista de produtos humanitários que possam ser exportados. Leia abaixo a íntegra do artigo de Fidel:Reflexões do companheiro FidelSobre o bloqueio, não se disse uma palavraO governo dos Estados Unidos, através da CNN, anunciou que Obama visitará o México, nesta semana, iniciando sua viagem rumo a Porto Espanha, Trinidad e Tobago, onde, dentro de quatro dias, vai participar da Cúpula das Américas. Divulgou que serão aliviadas algumas odiosas restrições impostas por Bush aos cubanos residentes nos Estados Unidos para visitar seus familiares em Cuba. Mas quando se indagou se tais prerrogativas valeriam para outros cidadãos norte-americanos, a resposta foi que não estavam autorizados.Sobre o bloqueio, que é a mais cruel das medidas, não se disse uma palavra. Dessa maneira piedosa, se constitui em uma medida genocida. O dano não é medido só por seus efeitos econômicos. Custa constantemente vidas humanas e ocasiona sofrimentos dolorosos a nossos cidadãos.Nossos doentes não têm acesso a numerosos equipamentos de diagnóstico e medicamentos vitais, embora provenham da Europa, do Japão, ou de outro país, se para sua elaboração foram usados alguns componentes ou programas dos Estados Unidos.Em virtude da extraterritorialidade, as restrições relacionadas com Cuba devem ser aplicadas pelas empresas dos Estados Unidos que produzem bens ou oferecem serviços em qualquer parte do mundo. Um influente senador republicano, Richard Lugar, e vários outros de seu partido com igual título no Congresso, além de outro número de importantes senadores democratas são a favor de eliminar o bloqueio. Estão criadas as condições para que Obama empregue seu talento em uma política construtiva que acabe com o que fracassou durante quase meio século.Por outro lado, nosso país, que tem resistido e está disposto a resistir a tudo o que for necessário, não culpa Obama pelas atrocidades cometidas por outros governos dos Estados Unidos. Também não questiona sua sinceridade e seus desejos de mudar a política e a imagem dos Estados Unidos. Compreende que travou uma batalha muito difícil para conseguir ser eleito, apesar de preconceitos centenários.Partindo dessa realidade, o Presidente do Conselho de Estado de Cuba expressou sua disposição a dialogar com Obama e, sobre a base do mais estrito respeito à soberania, normalizar as relações com os Estados Unidos.Às 14h30, o chefe da Repartição de Interesses de Cuba em Washington, Jorge Bolaños, foi chamado pelo subsecretário de Estado, Tomas Shannon, ao Departamento de Estado. Nada do que conversou era diferente do revelado pela CNN.Às 15h15 começou uma longa coletiva de imprensa. A essência do que ali foi dito está contida nas palavras textuais do assessor presidencial para a América Latina, Dan Restrepo, que declarou:“O presidente Obama ordenou hoje tomar certas medidas, dar certos passos, para estender a mão ao povo cubano, para apoiar seu desejo de viver respeitando os direitos humanos, e para poder determinar seu próprio destino e o destino de seu país."“O presidente deu instruções aos secretários de Estado, do Comércio e do Tesouro, para que levem à prática as ações necessárias para que sejam eliminadas todas as restrições que impediam aos indivíduos visitarem seus familiares na ilha e enviarem remessas. Além disso, deu instruções para que se deem passos que permitam o fluxo livre de informação entre o povo cubano e entre aqueles que estão em Cuba e o resto do mundo, e para facilitar a entrega de recursos humanitários enviados diretamente ao povo cubano."“Ao serem tomadas estas medidas para ajudar ao fechamento da brecha entre famílias cubanas divididas e promover o fluxo livre de informação e de artigos de ajuda humanitária para o povo cubano, o presidente Obama está a se esforçar para cumprir os objetivos que fixou durante a campanha e desde que assumiu o cargo".“Todos aqueles que crêem nos valores democráticos básicos anseiam uma Cuba que respeite os direitos humanos, políticos, econômicos, básicos, de todo seu povo. O presidente Obama considera que estas medidas ajudarão a fazer com que esse objetivo seja uma realidade. O presidente encoraja a todos os que partilham este desejo para que continuem comprometidos com seu firme apoio para o povo cubano."“Muito obrigado.”Finalizada a coletiva de imprensa confessou com franqueza: “Tudo é feito pela liberdade de Cuba.” Cuba não aplaude as mal chamadas Cúpulas das Américas, onde nossos países não discutem em igualdade de condições. Se servissem para alguma coisa, seria para fazer análises críticas de políticas que dividem nossos povos, saqueiam nossos recursos e obstaculizam nosso desenvolvimento.Agora falta apenas Obama persuadir ali a todos os presidentes latino-americanos que o bloqueio é inofensivo.Cuba resistiu e continuará a resistir. Não estenderá jamais suas mãos para pedir esmola. Seguirá para frente com a cabeça erguida, cooperando com os povos irmãos da América Latina e do Caribe, haja ou não Cúpulas das Américas, presida ou não Obama os Estados Unidos, um homem ou uma mulher, um cidadão branco ou um cidadão negro.
Fidel Castro RuzAbril
13 de 200918h12
"(A Casa Branca) anunciou o alívio de algumas das odiosas restrições impostas por (George W.) Bush aos cubanos residentes nos Estados Unidos(...). Mas quando se perguntou se tais medidas valeriam para outros cidadãos norte-americanos, a resposta foi que não estavam autorizados. Sobre o bloqueio, a mais cruel destas medidas, não se disse uma palavra", afirmou Fidel em um artigo publicado no site Cuba Debate. Ele classificou ainda o bloqueio a Cuba como uma "medida genocida", afirmando que ele "custa vidas humanas" e causa sofrimentos "dolorosos" aos cubanos, na medida em que impede que medicamentos e equipamentos médicos com componentes americanos cheguem à ilha. O ex-presidente cubano afirmou que muitos parlamentares americanos - entre eles, o senador republicano Richard Lugar - são favoráveis ao fim do bloqueio, e disse que estão dadas as condições para que Barack Obama acabe com esta política que vem fracassando durante quase meio século. Fidel também criticou o fato de Cuba não ter sido convidada para participar da Cúpula das Américas, que acontece no final desta semana, em Trinidad e Tobago. "Cuba jamais estenderá suas mãos pedindo esmolas. Seguirá adiante, com a cabeça erguida, cooperando com os povos irmãos da América Latina e do Caribe, haja ou não Cúpula das Américas, presida ou não Obama os Estados Unidos ou (que o presidente dos EUA) seja um homem uma mulher, um cidadão branco ou negro". O líder cubano, no entanto, reafirmou a disposição de seu país em dialogar com o novo governo dos EUA e de normalizar as relações entre os dois países. Ele ainda disse não culpar Obama pelas políticas de seus antecessores. Obama suspendeu, nesta segunda, todas as restrições de viagens e envio de dinheiro sobre os cidadãos cubano-americanos que têm família em Cuba. O presidente norte-americano também autorizou que companhias dos EUA estabeleçam conexões de fibra óptica e por satélites com Cuba, negociando com seus pares na ilha para oferecer serviços de telefonia móvel, assim como ampliar a lista de produtos humanitários que possam ser exportados. Leia abaixo a íntegra do artigo de Fidel:Reflexões do companheiro FidelSobre o bloqueio, não se disse uma palavraO governo dos Estados Unidos, através da CNN, anunciou que Obama visitará o México, nesta semana, iniciando sua viagem rumo a Porto Espanha, Trinidad e Tobago, onde, dentro de quatro dias, vai participar da Cúpula das Américas. Divulgou que serão aliviadas algumas odiosas restrições impostas por Bush aos cubanos residentes nos Estados Unidos para visitar seus familiares em Cuba. Mas quando se indagou se tais prerrogativas valeriam para outros cidadãos norte-americanos, a resposta foi que não estavam autorizados.Sobre o bloqueio, que é a mais cruel das medidas, não se disse uma palavra. Dessa maneira piedosa, se constitui em uma medida genocida. O dano não é medido só por seus efeitos econômicos. Custa constantemente vidas humanas e ocasiona sofrimentos dolorosos a nossos cidadãos.Nossos doentes não têm acesso a numerosos equipamentos de diagnóstico e medicamentos vitais, embora provenham da Europa, do Japão, ou de outro país, se para sua elaboração foram usados alguns componentes ou programas dos Estados Unidos.Em virtude da extraterritorialidade, as restrições relacionadas com Cuba devem ser aplicadas pelas empresas dos Estados Unidos que produzem bens ou oferecem serviços em qualquer parte do mundo. Um influente senador republicano, Richard Lugar, e vários outros de seu partido com igual título no Congresso, além de outro número de importantes senadores democratas são a favor de eliminar o bloqueio. Estão criadas as condições para que Obama empregue seu talento em uma política construtiva que acabe com o que fracassou durante quase meio século.Por outro lado, nosso país, que tem resistido e está disposto a resistir a tudo o que for necessário, não culpa Obama pelas atrocidades cometidas por outros governos dos Estados Unidos. Também não questiona sua sinceridade e seus desejos de mudar a política e a imagem dos Estados Unidos. Compreende que travou uma batalha muito difícil para conseguir ser eleito, apesar de preconceitos centenários.Partindo dessa realidade, o Presidente do Conselho de Estado de Cuba expressou sua disposição a dialogar com Obama e, sobre a base do mais estrito respeito à soberania, normalizar as relações com os Estados Unidos.Às 14h30, o chefe da Repartição de Interesses de Cuba em Washington, Jorge Bolaños, foi chamado pelo subsecretário de Estado, Tomas Shannon, ao Departamento de Estado. Nada do que conversou era diferente do revelado pela CNN.Às 15h15 começou uma longa coletiva de imprensa. A essência do que ali foi dito está contida nas palavras textuais do assessor presidencial para a América Latina, Dan Restrepo, que declarou:“O presidente Obama ordenou hoje tomar certas medidas, dar certos passos, para estender a mão ao povo cubano, para apoiar seu desejo de viver respeitando os direitos humanos, e para poder determinar seu próprio destino e o destino de seu país."“O presidente deu instruções aos secretários de Estado, do Comércio e do Tesouro, para que levem à prática as ações necessárias para que sejam eliminadas todas as restrições que impediam aos indivíduos visitarem seus familiares na ilha e enviarem remessas. Além disso, deu instruções para que se deem passos que permitam o fluxo livre de informação entre o povo cubano e entre aqueles que estão em Cuba e o resto do mundo, e para facilitar a entrega de recursos humanitários enviados diretamente ao povo cubano."“Ao serem tomadas estas medidas para ajudar ao fechamento da brecha entre famílias cubanas divididas e promover o fluxo livre de informação e de artigos de ajuda humanitária para o povo cubano, o presidente Obama está a se esforçar para cumprir os objetivos que fixou durante a campanha e desde que assumiu o cargo".“Todos aqueles que crêem nos valores democráticos básicos anseiam uma Cuba que respeite os direitos humanos, políticos, econômicos, básicos, de todo seu povo. O presidente Obama considera que estas medidas ajudarão a fazer com que esse objetivo seja uma realidade. O presidente encoraja a todos os que partilham este desejo para que continuem comprometidos com seu firme apoio para o povo cubano."“Muito obrigado.”Finalizada a coletiva de imprensa confessou com franqueza: “Tudo é feito pela liberdade de Cuba.” Cuba não aplaude as mal chamadas Cúpulas das Américas, onde nossos países não discutem em igualdade de condições. Se servissem para alguma coisa, seria para fazer análises críticas de políticas que dividem nossos povos, saqueiam nossos recursos e obstaculizam nosso desenvolvimento.Agora falta apenas Obama persuadir ali a todos os presidentes latino-americanos que o bloqueio é inofensivo.Cuba resistiu e continuará a resistir. Não estenderá jamais suas mãos para pedir esmola. Seguirá para frente com a cabeça erguida, cooperando com os povos irmãos da América Latina e do Caribe, haja ou não Cúpulas das Américas, presida ou não Obama os Estados Unidos, um homem ou uma mulher, um cidadão branco ou um cidadão negro.
Fidel Castro RuzAbril
13 de 200918h12
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Obrigado PT

Por Jefferson Forest - Vice Presidente do PT/SC
Para o marxista italiano Antonio Gramsci “escrever a história de um partido é escrever a história de um país”, vou além e digo que é não somente a história de um país, mas a história de vidas, sentimentos, sonhos, é a construção de personalidades e valores em seres humanos. Pelo menos assim é a história do Partido dos Trabalhadores, construída pela sua combativa militância em todos os cantos de um continente chamado Brasil.
Vou relatar uma pequena história vivenciada intensamente a exatos 29 anos de vida. Tem inicio em um pequeno município da serra catarinense, que leva o nome em homenagem a guerreira dos dois mundos chamada Anita Garibaldi, mas precisamente em 1989, eu e o PT ambos com 9 anos de idade.
Era segundo turno das eleições presidenciais, em uma noite na véspera do segundo turno, choveu muito na cidade e como era de costume, toda vez que chovia faltava luz, minha querida mãe com o seu dom para a culinária, fritava pasteis na cozinha a luz de velas, eu sentadinho comendo os pasteis, juntamente com minha família, eis que entra um vizinho e ao avistar na porta de casa um adesivo branco da “frente Brasil popular” escrito em verde LULA, comenta “se o Lula ganhar a eleição, todas as noites a luz irá se apagar e teremos toque de recolher, as casas terão que dividir seus cômodos com outras famílias e os colonos que virão do interior serão proibidos de andar a cavalo pela cidade”. Confesso que fiquei preocupado com aquilo, mas minha mãe e meu pai trataram de me dizer que era uma grande besteira.
Acompanhei os debates e a manipulação da mídia para que Lula não ganhasse a eleição. Acompanhei a derrubada do presidente colorido, com a União Nacional dos Estudantes liderando os caras pintadas, pela televisão assistimos a sessão da câmara dos deputados e comemoramos com o ultimo voto da cassação.
Em 1994 eu e o PT, ambos com 14 anos, acompanhamos o inicio da campanha e dávamos como certa a vitória do Lula. Infelizmente ela não veio e o Brasil mergulhou nos anos neoliberais da direita comandados pelo PSDB e PFL (DEM), com o enxugamento do Estado, desemprego, entrega do patrimônio publico, ALCA, FMI, ACM e tantas mazelas.
Em 1998, ano em que iria votar pela primeira vez para presidente da república, já morando com meu irmão do meio em Florianópolis, fazendo cursinho para passar no vestibular, lembro-me de passar todos os dias em frente à esquina democrática (Filipe Schimitt com a Deodoro) e lá estava a militância do PT fazendo campanha. Certo dia fui informado que teria comício do Lula no largo da alfândega, me desloquei de onde morava somente para ver o Lula, começou a chover intensamente e nem perto consegui chegar, depois de tomar um banho de chuva.
Infelizmente perdemos aquela eleição, foram muitas as denúncias de compra de voto no congresso nacional que garantiu uma manobra para permitir que uma emenda à constituição desse direito à reeleição. Depois dessa data tive uma militância muito intensa no movimento estudantil, participei de muitas manifestações contra o governo neoliberal da direita, como a marcha dos 100 mil em Brasília, as manifestações e congressos estudantis contra o sucateamento da educação.
No ano de 2001 em Blumenau, cidade então governada pelo PT, tendo como prefeito o meu amigo e companheiro Décio Lima, em um congresso na FURB fui eleito Presidente da União Catarinense dos Estudantes.
Ano marcante foi o de 2002, eu e o PT ambos com 23 anos, na mesma FURB tive a oportunidade de conhecer e conversar pessoalmente com o Lula em uma coletiva concedida no Bloco J e posteriormente em um jantar na associação da Artex.
Participei ativamente da campanha do Lula de 2002, fizemos campanha 24 horas. No segundo turno, quando todo o Brasil e o exterior sabiam que o Lula seria presidente, seu último comício foi em Santa Catarina no Largo da Alfândega na capital, eu, então Presidente da União Catarinense dos Estudantes, e o Presidente da União Nacional dos Estudantes, meu amigo Filipe Maia, estávamos no palanque quando Lula chegou e chovia uma fina garoa e o Lula pegou o microfone, já com semblante exausto de uma campanha e disse “gente eu já fiz comício aqui em Florianópolis de baixo de muita chuva, isso que esta caindo do céu nesse momento não é chuva, são lagrimas dos anjos emocionados com a eleição de um trabalhador para a Presidência do Brasil...”
Hoje lembro-me da noite chuvosa, no escuro comendo pasteis em 1989 e do comício de 1998 de baixo de muita chuva. Lembrar da vida é lembrar do PT e das lutas dos sonhos.
Por ironia do destino e por relações de amizade pessoal, iniciei a militância partidária no PCdoB, único partido aliado ideológico do PT, e de onde vieram muitos petistas como José Genoino, Tarso Genro, Zé Dirceu, Carlito Merss, Claudio Vignatti, Maria do Rosário, meu amigo Nildomar Freire (Nildão) e tantos outros, porém posso dizer que desde criancinha sou PT. O PT pensa as Políticas Públicas com sentimentos de inclusão social e de solidariedade, hoje são 29 anos ajudando a mudar o Brasil, nosso governo bate recordes de popularidade e aprovação, são milhares de brasileiros vivendo melhor e mais felizes, novas portas e perspectivas se abrindo para o povo brasileiro.
Apesar de sermos internacionalistas, gostaria de descrever um pouquinho a história do PT em Blumenau cidade em que milito. Temos que resgatar e homenagear os atores dessa linda história, hoje alguns ainda estão militando ativamente, com a disposição do tamanho dos seus sonhos, outros estão em casa, mas não deixaram nunca de acreditar em um mundo mais justo em um Brasil socialista e outros infelizmente não estão mais entre nós, porém todos deram a sua contribuição.
Tempos que se lembrar dos sindicalistas, intelectuais, artistas, religiosos, dos nossos vereadores que defenderam nossas idéias no legislativo municipal: Décio Lima, Célio Scholemberg, Mauricio Pacheco, Arnaldo Zimmermann, Erlédio Pering, Isaltino Pedron, Maria Emilia, Vanderlei de Oliveira, Vânio Salm e daqueles que foram candidatos e mesmo não sendo eleitos, ajudaram para que outros companheiros nos representassem.
Não podemos esquecer os companheiros que participaram da composição do Governo Popular e também ajudaram a escrever a nossa história, temos que lembrar da Deputada Ana Paula, com dois mandatos consecutivos e na ultima eleição foi a mais votada pelo PT no Estado e não poderíamos esquecer do Deputado Décio Lima, pois a história do PT em Blumenau e no Estado está intimamente ligada a ele, foi advogado sindicalista, vereador, prefeito por duas vezes, sendo um dos primeiros do PT no Estado abrindo portas para os Governos Populares em diversos municípios, venceu a apaixonante eleição de 1996 e o reconhecimento pelo bom trabalho na esmagadora vitória de 2000. E todos sabemos que se tivesse disputado a eleição de 2002, hoje seria o Governador do nosso Estado. O Deputado Décio Lima carrega a política de amor e poesia, é um maestro com as palavras.
Temos que recordar, dos movimentos sociais, das eleições sindicais, das mobilizações, das campanhas e dos velhos companheiros como o Zé Garcia, Edson Adriano, Eder Lima, o Roberto Imme que quase foi eleito deputado Federal. Enfim é a história de toda uma militância e de muitos atores. Tive a honra de disputar a eleição passada como candidato pelo PT em Blumenau e me emocionei em poder representar a história do PT, tão rica e importante para o povo da nossa cidade.
A história do PT é a História do Brasil, começou a ser escrita a em uma manhã de domingo, dia 10 de fevereiro de 1980 no colégio Sion em São Paulo. Ao lado da minha companheira de militância e de amor Daniela, continuaremos ajudando a escrever essa história, de sonhos, utopias e realizações, pois a história do PT é a história das nossas vidas.
Viva o Partido dos trabalhadores e sua militância!!
Para o marxista italiano Antonio Gramsci “escrever a história de um partido é escrever a história de um país”, vou além e digo que é não somente a história de um país, mas a história de vidas, sentimentos, sonhos, é a construção de personalidades e valores em seres humanos. Pelo menos assim é a história do Partido dos Trabalhadores, construída pela sua combativa militância em todos os cantos de um continente chamado Brasil.
Vou relatar uma pequena história vivenciada intensamente a exatos 29 anos de vida. Tem inicio em um pequeno município da serra catarinense, que leva o nome em homenagem a guerreira dos dois mundos chamada Anita Garibaldi, mas precisamente em 1989, eu e o PT ambos com 9 anos de idade.
Era segundo turno das eleições presidenciais, em uma noite na véspera do segundo turno, choveu muito na cidade e como era de costume, toda vez que chovia faltava luz, minha querida mãe com o seu dom para a culinária, fritava pasteis na cozinha a luz de velas, eu sentadinho comendo os pasteis, juntamente com minha família, eis que entra um vizinho e ao avistar na porta de casa um adesivo branco da “frente Brasil popular” escrito em verde LULA, comenta “se o Lula ganhar a eleição, todas as noites a luz irá se apagar e teremos toque de recolher, as casas terão que dividir seus cômodos com outras famílias e os colonos que virão do interior serão proibidos de andar a cavalo pela cidade”. Confesso que fiquei preocupado com aquilo, mas minha mãe e meu pai trataram de me dizer que era uma grande besteira.
Acompanhei os debates e a manipulação da mídia para que Lula não ganhasse a eleição. Acompanhei a derrubada do presidente colorido, com a União Nacional dos Estudantes liderando os caras pintadas, pela televisão assistimos a sessão da câmara dos deputados e comemoramos com o ultimo voto da cassação.
Em 1994 eu e o PT, ambos com 14 anos, acompanhamos o inicio da campanha e dávamos como certa a vitória do Lula. Infelizmente ela não veio e o Brasil mergulhou nos anos neoliberais da direita comandados pelo PSDB e PFL (DEM), com o enxugamento do Estado, desemprego, entrega do patrimônio publico, ALCA, FMI, ACM e tantas mazelas.
Em 1998, ano em que iria votar pela primeira vez para presidente da república, já morando com meu irmão do meio em Florianópolis, fazendo cursinho para passar no vestibular, lembro-me de passar todos os dias em frente à esquina democrática (Filipe Schimitt com a Deodoro) e lá estava a militância do PT fazendo campanha. Certo dia fui informado que teria comício do Lula no largo da alfândega, me desloquei de onde morava somente para ver o Lula, começou a chover intensamente e nem perto consegui chegar, depois de tomar um banho de chuva.
Infelizmente perdemos aquela eleição, foram muitas as denúncias de compra de voto no congresso nacional que garantiu uma manobra para permitir que uma emenda à constituição desse direito à reeleição. Depois dessa data tive uma militância muito intensa no movimento estudantil, participei de muitas manifestações contra o governo neoliberal da direita, como a marcha dos 100 mil em Brasília, as manifestações e congressos estudantis contra o sucateamento da educação.
No ano de 2001 em Blumenau, cidade então governada pelo PT, tendo como prefeito o meu amigo e companheiro Décio Lima, em um congresso na FURB fui eleito Presidente da União Catarinense dos Estudantes.
Ano marcante foi o de 2002, eu e o PT ambos com 23 anos, na mesma FURB tive a oportunidade de conhecer e conversar pessoalmente com o Lula em uma coletiva concedida no Bloco J e posteriormente em um jantar na associação da Artex.
Participei ativamente da campanha do Lula de 2002, fizemos campanha 24 horas. No segundo turno, quando todo o Brasil e o exterior sabiam que o Lula seria presidente, seu último comício foi em Santa Catarina no Largo da Alfândega na capital, eu, então Presidente da União Catarinense dos Estudantes, e o Presidente da União Nacional dos Estudantes, meu amigo Filipe Maia, estávamos no palanque quando Lula chegou e chovia uma fina garoa e o Lula pegou o microfone, já com semblante exausto de uma campanha e disse “gente eu já fiz comício aqui em Florianópolis de baixo de muita chuva, isso que esta caindo do céu nesse momento não é chuva, são lagrimas dos anjos emocionados com a eleição de um trabalhador para a Presidência do Brasil...”
Hoje lembro-me da noite chuvosa, no escuro comendo pasteis em 1989 e do comício de 1998 de baixo de muita chuva. Lembrar da vida é lembrar do PT e das lutas dos sonhos.
Por ironia do destino e por relações de amizade pessoal, iniciei a militância partidária no PCdoB, único partido aliado ideológico do PT, e de onde vieram muitos petistas como José Genoino, Tarso Genro, Zé Dirceu, Carlito Merss, Claudio Vignatti, Maria do Rosário, meu amigo Nildomar Freire (Nildão) e tantos outros, porém posso dizer que desde criancinha sou PT. O PT pensa as Políticas Públicas com sentimentos de inclusão social e de solidariedade, hoje são 29 anos ajudando a mudar o Brasil, nosso governo bate recordes de popularidade e aprovação, são milhares de brasileiros vivendo melhor e mais felizes, novas portas e perspectivas se abrindo para o povo brasileiro.
Apesar de sermos internacionalistas, gostaria de descrever um pouquinho a história do PT em Blumenau cidade em que milito. Temos que resgatar e homenagear os atores dessa linda história, hoje alguns ainda estão militando ativamente, com a disposição do tamanho dos seus sonhos, outros estão em casa, mas não deixaram nunca de acreditar em um mundo mais justo em um Brasil socialista e outros infelizmente não estão mais entre nós, porém todos deram a sua contribuição.
Tempos que se lembrar dos sindicalistas, intelectuais, artistas, religiosos, dos nossos vereadores que defenderam nossas idéias no legislativo municipal: Décio Lima, Célio Scholemberg, Mauricio Pacheco, Arnaldo Zimmermann, Erlédio Pering, Isaltino Pedron, Maria Emilia, Vanderlei de Oliveira, Vânio Salm e daqueles que foram candidatos e mesmo não sendo eleitos, ajudaram para que outros companheiros nos representassem.
Não podemos esquecer os companheiros que participaram da composição do Governo Popular e também ajudaram a escrever a nossa história, temos que lembrar da Deputada Ana Paula, com dois mandatos consecutivos e na ultima eleição foi a mais votada pelo PT no Estado e não poderíamos esquecer do Deputado Décio Lima, pois a história do PT em Blumenau e no Estado está intimamente ligada a ele, foi advogado sindicalista, vereador, prefeito por duas vezes, sendo um dos primeiros do PT no Estado abrindo portas para os Governos Populares em diversos municípios, venceu a apaixonante eleição de 1996 e o reconhecimento pelo bom trabalho na esmagadora vitória de 2000. E todos sabemos que se tivesse disputado a eleição de 2002, hoje seria o Governador do nosso Estado. O Deputado Décio Lima carrega a política de amor e poesia, é um maestro com as palavras.
Temos que recordar, dos movimentos sociais, das eleições sindicais, das mobilizações, das campanhas e dos velhos companheiros como o Zé Garcia, Edson Adriano, Eder Lima, o Roberto Imme que quase foi eleito deputado Federal. Enfim é a história de toda uma militância e de muitos atores. Tive a honra de disputar a eleição passada como candidato pelo PT em Blumenau e me emocionei em poder representar a história do PT, tão rica e importante para o povo da nossa cidade.
A história do PT é a História do Brasil, começou a ser escrita a em uma manhã de domingo, dia 10 de fevereiro de 1980 no colégio Sion em São Paulo. Ao lado da minha companheira de militância e de amor Daniela, continuaremos ajudando a escrever essa história, de sonhos, utopias e realizações, pois a história do PT é a história das nossas vidas.
Viva o Partido dos trabalhadores e sua militância!!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
MOVIMENTO DOS ATINGIDOS PELO DESASTRE CARTA ABERTA
Ao povo de Blumenau,
Ao Prefeito da cidade, João Paulo,
Ao governador de Santa Catarina, Luiz Henrique e
Ao Presidente Lula.
Somos o Movimento dos Atingidos pelo Desastre da cidade de Blumenau, coordenado por desabrigados e desalojados. Contamos com o apoio do Fórum dos Movimentos Sociais e Fórum dos Trabalhadores de Blumenau.Hoje, passados quase três meses do desastre que se abateu sobre nossa região, ainda vivemos em situação precária. Continuamos sem moradia, alojados em abrigos, em casas de parentes ou amigos e, infelizmente, ainda sem perspectiva de ver resolvida nossa situação.Nos abrigos, estamos submetidos a situações humilhantes. Nossos direitos fundamentais são violados quando, por exemplo:· Somos proibidos de realizar nossas reuniões e, que para realizar qualquer atividade é exigida autorização da SEMASCRI (Secretaria Municipal da Assistência Social);· Somos permanentemente ameaçados de expulsão do abrigo e de demissão dos nossos empregos. Valem-se da presença de militares para aumentar a intimidação.Agora querem nos transferir para abrigos provisórios sem nos dar informações elementares como localização, capacidade de pessoas, segurança, respeito à privacidade familiar, tempo de permanência, etc. Não aceitamos esta transferência para os abrigos provisórios sem garantia de moradia com prazo e projetos que atendam nossas reivindicações.Pela imprensa, acompanhamos as inúmeras reuniões e atividades de empresários com o governador e o prefeito, onde são oferecidos incentivos e isenções fiscais enquanto parte de nós “desalojados” só resta o "auxílio-reação".Os recursos das doações, que deveriam ser destinados a resolver nosso problema de moradia estão servindo para aumentar a especulação imobiliária. Isso porque o dinheiro é usado para pagar aluguel de casas e não para a construção das moradias destruídas pelas chuvas.Nesse ato público, estamos nos dirigindo ao prefeito João Paulo, ao governador do estado Luis Henrique e ao presidente Lula para apresentar nossas reivindicações. Cada um deles tem poder de decidir e responsabilidade nessa situação.O Movimento dos Atingidos pelo Desastre exige:· Imediata reconstrução gratuita das moradias e definição de prazo para que todos os desabrigados tenham as suas moradias.· Os Abrigos Provisórios devem ser construídos em localização adequada, com segurança, respeito à privacidade familiar e conforto adequado.· Participação dos desabrigados nas decisões e definição do tempo de permanência nos abrigos provisórios.· Imediato parecer da Defesa Civil nas áreas que ainda não foram vistoriadas!· Direito de reunião! Direito de ir e vir! Fim imediato das perseguições e ameaças nos abrigos!· Respeito às famílias nos abrigos e direito de privacidade!· Acesso às informações de recursos das doações e sua destinação final.· Acesso e discussão pública sobre os projetos e propostas em tramitação.· Não demissão e repressão no ambiente de trabalho!· Reconhecimento do Movimento dos Atingidos pelo Desastre como legítimo representante de todos os desabrigados e atingidos!Sem o atendimento destas condições nós desabrigados não aceitamos deixar os atuais abrigos.Reivindicamos, de imediato, audiência com o Sr. Prefeito Municipal para entregar nossa pauta de exigências e definir compromissos claros e públicos sobre a forma de encaminhá-la.Nosso sincero agradecimento a todos pelas doações e a solidariedade e pedimos seu apoio e participação em defesa dos direitos dos atingidos e na reconstrução de parte do que perdemos.
ATO PÚBLICO Data: 22 de janeiro (quinta-feira)Horário: Concentração às 14 Horas. Local: Em frente à Prefeitura (Figueira) Blumenau, janeiro de 2009.
Ao Prefeito da cidade, João Paulo,
Ao governador de Santa Catarina, Luiz Henrique e
Ao Presidente Lula.
Somos o Movimento dos Atingidos pelo Desastre da cidade de Blumenau, coordenado por desabrigados e desalojados. Contamos com o apoio do Fórum dos Movimentos Sociais e Fórum dos Trabalhadores de Blumenau.Hoje, passados quase três meses do desastre que se abateu sobre nossa região, ainda vivemos em situação precária. Continuamos sem moradia, alojados em abrigos, em casas de parentes ou amigos e, infelizmente, ainda sem perspectiva de ver resolvida nossa situação.Nos abrigos, estamos submetidos a situações humilhantes. Nossos direitos fundamentais são violados quando, por exemplo:· Somos proibidos de realizar nossas reuniões e, que para realizar qualquer atividade é exigida autorização da SEMASCRI (Secretaria Municipal da Assistência Social);· Somos permanentemente ameaçados de expulsão do abrigo e de demissão dos nossos empregos. Valem-se da presença de militares para aumentar a intimidação.Agora querem nos transferir para abrigos provisórios sem nos dar informações elementares como localização, capacidade de pessoas, segurança, respeito à privacidade familiar, tempo de permanência, etc. Não aceitamos esta transferência para os abrigos provisórios sem garantia de moradia com prazo e projetos que atendam nossas reivindicações.Pela imprensa, acompanhamos as inúmeras reuniões e atividades de empresários com o governador e o prefeito, onde são oferecidos incentivos e isenções fiscais enquanto parte de nós “desalojados” só resta o "auxílio-reação".Os recursos das doações, que deveriam ser destinados a resolver nosso problema de moradia estão servindo para aumentar a especulação imobiliária. Isso porque o dinheiro é usado para pagar aluguel de casas e não para a construção das moradias destruídas pelas chuvas.Nesse ato público, estamos nos dirigindo ao prefeito João Paulo, ao governador do estado Luis Henrique e ao presidente Lula para apresentar nossas reivindicações. Cada um deles tem poder de decidir e responsabilidade nessa situação.O Movimento dos Atingidos pelo Desastre exige:· Imediata reconstrução gratuita das moradias e definição de prazo para que todos os desabrigados tenham as suas moradias.· Os Abrigos Provisórios devem ser construídos em localização adequada, com segurança, respeito à privacidade familiar e conforto adequado.· Participação dos desabrigados nas decisões e definição do tempo de permanência nos abrigos provisórios.· Imediato parecer da Defesa Civil nas áreas que ainda não foram vistoriadas!· Direito de reunião! Direito de ir e vir! Fim imediato das perseguições e ameaças nos abrigos!· Respeito às famílias nos abrigos e direito de privacidade!· Acesso às informações de recursos das doações e sua destinação final.· Acesso e discussão pública sobre os projetos e propostas em tramitação.· Não demissão e repressão no ambiente de trabalho!· Reconhecimento do Movimento dos Atingidos pelo Desastre como legítimo representante de todos os desabrigados e atingidos!Sem o atendimento destas condições nós desabrigados não aceitamos deixar os atuais abrigos.Reivindicamos, de imediato, audiência com o Sr. Prefeito Municipal para entregar nossa pauta de exigências e definir compromissos claros e públicos sobre a forma de encaminhá-la.Nosso sincero agradecimento a todos pelas doações e a solidariedade e pedimos seu apoio e participação em defesa dos direitos dos atingidos e na reconstrução de parte do que perdemos.
ATO PÚBLICO Data: 22 de janeiro (quinta-feira)Horário: Concentração às 14 Horas. Local: Em frente à Prefeitura (Figueira) Blumenau, janeiro de 2009.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Auxílio-Reação
A aprovação por unanimidade, pela Assembléia Legislativa da Medida Provisória nº 148/08 que institui o chamado Auxílio-Reação foi de extrema importância para a população atingida pela catástrofe de novembro. Pena foi a acusação do Deputado Jean Kuhlmann (DEM) ao Partido dos Trabalhadores, de ter partidarizado a questão (Santa 05/01/2009). Ora o PT inclusive apoiou as emendas do Deputado e votou favorável a MP. A proposta do PT era para que a MP também beneficiasse as famílias que estão nos abrigos temporários. Para que famílias como a da dona Claudete Adão (Santa 05/01/2009), não fiquem com medo de deixar o abrigo para receber o auxilio.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Encontro Construindo um Novo Brasil
Participei no final de semana em São Roque – SP, do encontro da corrente interna do PT Construindo um Novo Brasil (CNB). O principal desafio da corrente é o debate em torno da crise e da sucessão presidencial, seja com a companheira Dilma ou com outro candidato. Sobre a política de alianças ficou claro a importância de construir com o PMDB a partir dos estados a aliança nacional, visto que a verticalização acabou. Isso significa aos olhos nacionais que deveremos nos aproximar do PMDB no Estado. Acho difícil que isso aconteça.
O companheiro Zé Dirceu deu grande contribuição ao encontro.
O companheiro Zé Dirceu deu grande contribuição ao encontro.
segue em anexo o blog do companheiro.
Para Berzoini e Dirceu, enfrentamento político da crise será decisivo em 2010
A organização do PT para as eleições de 2010 e o enfrentamento político da crise financeira estiveram no centro do debate sobre conjuntura nacional realizado na manhã deste sábado, em São Roque (SP), dentro do 3º Seminário Nacional CNB, e que teve como expositores o presidente nacional do partido, Ricardo Berzoini, e o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.
Para Berzoini, o PT precisa desde já se preparar para os desafios políticos do próximo período, num cenário de crise internacional que terá reflexos no Brasil e que será determinante para o debate eleitoral de 2010.
“A priori, nosso governo está enfrentando muito bem a crise e age de maneira completamente diferente de governos anteriores que passaram por problemas parecidos. Temos um objetivo a cumprir e construímos as condições para isso. O PAC hoje pode ser traduzido como um programa de manutenção do crescimento”, afirmou.
Ele defendeu, como próximos passos, uma revisão da atual política monetária, a criação de mecanismos que aumentam a oferta de emprego e a adoção de medidas que compensem eventuais perdas na renda dos trabalhadores.
Berzoini acredita queexiste uma grande oportunidade para o PT demarcar mais claramente sua posição, já que a crisedemonstra o fracasso das políticas neoliberais e o acerto dos programas conduzidos pelo governo Lula nos últimos seis anos.
“A crise é processo de esgotamento de um ciclo teórico da direita, um momento privilegiado para fazer a disputa com o modelo que governou o Brasil durante 12 anos. Imaginem o Brasil, hoje, sem os bancos públicos”, disse, numa referência às inúmeras investidas feitas até recentemente para que estes bancos fossem privatizados.
O presidente do PT defendeu ainda uma atuação mais forte e planejada do partido, principalmente junto a seus governadores, para que políticas anticíclicas sejam adotas também nos Estados. Da mesma maneira, disse ele, deve dar total à luta dos movimentos sociais que pedem manutenção do emprego, da renda e dos programas de inclusão.
“Nossa presença no movimento social e sindical será mais importante a partir de agora e decisiva em 2010. Partido sempre foi de esquerda e não tem razão para deixar de ser”, afirmou
Orgulho
O ex-ministro José Dirceu abriu sua fala avisando que iria fazer uma exposição dentro do “velho otimismo revolucionário”. Ele lembrou que a crise deixou a oposição sem discurso e, mais do que isso, consagrou a maiorias das bandeiras e ações defendidas pelo PT nos últimos 20 anos.
“Devemos ter orgulho de ser petistas diante do período que se abre no mundo. O que realizamos no Brasil hoje é exemplo no mundo. É um cartão de visitas inigualável. Temos de ter consciência da responsabilidade que nós temos”, afirmou.
Para ele, a disputa de 2010 será a mais importante de todas já disputadas pelo partido. “Talvez essa seja a eleição da nossa vida. Vai definir se o PT é capaz de transformar esse projeto conjuntural num projeto histórico”.
Oprincipal problema do partido,na avliação do ex-ministro,é definir como será sua atuação daqui para frente, preocupação que também fora levantada por Berzoini. Os dois concordaram que o resultado de 2010 passa pela definição das alianças nos Estados, bem como de uma agenda que comece a pavimentar, já no início de 2009, os caminhos que levem à conciliação dos interesses regionais com o projeto maior de país.
“Além disso, qual agenda vamos apresentarem 2010?”, perguntou Dirceu.Ele defendeu, como pontos centrais deste programa futuro, a revisão do sistema financeiro e monetário, o aprofundamento do papel do Estado e o retorno dos investimentos em alta tecnologia.
“A crisemudou o mundo. Eles (neoliberais) estão na defensiva. (...) Temos de tomar a iniciativa do debate político, criar um grande plano de obras públicas, reduzir o superávit primário e os juros. A disputa na sociedade nós já ganhamos. Agora, em 2009, temos de saber como sair da crise”, finalizou.
Para Berzoini, o PT precisa desde já se preparar para os desafios políticos do próximo período, num cenário de crise internacional que terá reflexos no Brasil e que será determinante para o debate eleitoral de 2010.
“A priori, nosso governo está enfrentando muito bem a crise e age de maneira completamente diferente de governos anteriores que passaram por problemas parecidos. Temos um objetivo a cumprir e construímos as condições para isso. O PAC hoje pode ser traduzido como um programa de manutenção do crescimento”, afirmou.
Ele defendeu, como próximos passos, uma revisão da atual política monetária, a criação de mecanismos que aumentam a oferta de emprego e a adoção de medidas que compensem eventuais perdas na renda dos trabalhadores.
Berzoini acredita queexiste uma grande oportunidade para o PT demarcar mais claramente sua posição, já que a crisedemonstra o fracasso das políticas neoliberais e o acerto dos programas conduzidos pelo governo Lula nos últimos seis anos.
“A crise é processo de esgotamento de um ciclo teórico da direita, um momento privilegiado para fazer a disputa com o modelo que governou o Brasil durante 12 anos. Imaginem o Brasil, hoje, sem os bancos públicos”, disse, numa referência às inúmeras investidas feitas até recentemente para que estes bancos fossem privatizados.
O presidente do PT defendeu ainda uma atuação mais forte e planejada do partido, principalmente junto a seus governadores, para que políticas anticíclicas sejam adotas também nos Estados. Da mesma maneira, disse ele, deve dar total à luta dos movimentos sociais que pedem manutenção do emprego, da renda e dos programas de inclusão.
“Nossa presença no movimento social e sindical será mais importante a partir de agora e decisiva em 2010. Partido sempre foi de esquerda e não tem razão para deixar de ser”, afirmou
Orgulho
O ex-ministro José Dirceu abriu sua fala avisando que iria fazer uma exposição dentro do “velho otimismo revolucionário”. Ele lembrou que a crise deixou a oposição sem discurso e, mais do que isso, consagrou a maiorias das bandeiras e ações defendidas pelo PT nos últimos 20 anos.
“Devemos ter orgulho de ser petistas diante do período que se abre no mundo. O que realizamos no Brasil hoje é exemplo no mundo. É um cartão de visitas inigualável. Temos de ter consciência da responsabilidade que nós temos”, afirmou.
Para ele, a disputa de 2010 será a mais importante de todas já disputadas pelo partido. “Talvez essa seja a eleição da nossa vida. Vai definir se o PT é capaz de transformar esse projeto conjuntural num projeto histórico”.
Oprincipal problema do partido,na avliação do ex-ministro,é definir como será sua atuação daqui para frente, preocupação que também fora levantada por Berzoini. Os dois concordaram que o resultado de 2010 passa pela definição das alianças nos Estados, bem como de uma agenda que comece a pavimentar, já no início de 2009, os caminhos que levem à conciliação dos interesses regionais com o projeto maior de país.
“Além disso, qual agenda vamos apresentarem 2010?”, perguntou Dirceu.Ele defendeu, como pontos centrais deste programa futuro, a revisão do sistema financeiro e monetário, o aprofundamento do papel do Estado e o retorno dos investimentos em alta tecnologia.
“A crisemudou o mundo. Eles (neoliberais) estão na defensiva. (...) Temos de tomar a iniciativa do debate político, criar um grande plano de obras públicas, reduzir o superávit primário e os juros. A disputa na sociedade nós já ganhamos. Agora, em 2009, temos de saber como sair da crise”, finalizou.
Dulci: PT precisa aprofundar debate ideológico sobre novo projeto de país
O PT precisa aprofundar o debate ideológico acerca do novo modelo de país surgido a partir do governo Lula para, em 2010, ter melhores condições de enfrentar as forças políticas que sempre defenderam o modelo oposto – e que levou o mundo à atual crise mundial.
A análise é do ministro Luiz Dulci, da Secretaria-Geral da Presidência da República, produzida na última mesa de debates do 3º Seminário Nacional CNB, realizado em São Roque (SP), no fim de semana. Participaram da mesa de Dulci o presidente do PT, Ricardo Berzoini; o chefe de Gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho, e o líder do partido na Câmara Federal, Maurício Rands.
“As pessoas valorizam as mudanças que fizemos, mas não a identificam com um projeto estruturalmente diferente do anterior”, afirmou Dulci, ressaltando a importância do debate público em torno disso. “É importante que os 70% que apóiam o governo Lula (segundo pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira passada) se identifiquem com o nosso projeto”, completou.
Dulci lembrou que o governo Lula superou, na teoria e na prática, uma série de dilemas e impasses dos anos 80 e 90.
“Superamos o falso dilema entre estabilidade e crescimento e mostramos que é possível crescer com inflação baixa. Superamos o falso dilema entre estado e mercado, fortalecendo o Estado sem estatizar. Superamos o falso dilema entre exportação e mercado interno, quando apostamos nas duas coisas e mostramos que é possível conciliar. Superamos o falso dilema entre econômico e social, mostrando que o investimento no social tem impacto macroeconômico virtuoso, faz a economia girar. E superamos o falso dilema entre integração subordinada ou virar as costas para o mundo, fazendo a integração soberana”, listou o ministro.
Dulci defendeu o estabelecimento de uma política nacional de alianças em 2010, o apoio do PT às prefeituras petistas na conjuntura da crise econômica e o aprofundamento das relações do partido com a sociedade.
“Não é verdade que perdemos a relação com o movimento social. O governo, com todas as limitações, consolidou essa relação. Mas pode ser mais qualificada, com velhos e novos sujeitos sociais. Nesse sentido, os setoriais do partido são muito importantes”, observou.
Novo projeto
Em sua exposição, Gilberto Carvalho também destacou o êxito do governo Lula e as eleições de 2010 como o grande momento de reafirmação desse projeto.
“Praticamos um programa que tem produzido mudanças efetivas na vida dos mais pobres. Sabemos o que o povo ganhou e o que a elite perdeu. Isso nos obriga a uma dedicação ainda maior do que em 2002 e 2006. Temoso de avançar e estabelecer correlação de forças ainda maior”, disse, repetindo a expressão cunhada por José Dirceu no dia anterior, de que 2010 será “a eleição de nossas vidas”.
Ele ponderou, porém, que, a partir de agora, será preciso elaborar um novo projeto. “O Brasil amanhece o ano de 2011 muito diferente do que amanheceu em 2003. Há um novo país, qual o projeto que temos para ele? 2009 deve ser de intensa reflexão sobre esse tema. E o método mais rico de elaboração é aquele que parte de nossas experiências. A riqueza que foi o Brasil nos últimos anos é a matéria-prima de dessa reflexão”.
Do ponto de vista interno, Carvalho destacou como ponto inicial a unidade e o coesionamento do partido em torno da atual direção. “Temos superar dificuldades e divergências, com a consciência do que está em jogo, dando maior legitimidade, apoio e autoridade à atual direção do partido. Não é bom antecipar debate sobre nomes (que disputariam o PED 2009). Temos de dar ao Berzoini todo o respaldo”, afirmou.
Diálogo
O presidente Ricardo Berzoini iniciou sua explanação afirmando que as eleições de 2008 mostraram as potencialidades, as limitações e as características do PT nas várias regiões do país. E destacou a necessidade de se abrir, já em 2009, um processo de diagnóstico e diálogo, nos Estados, com os partidos da base aliada.
O líder Maurício Rands concordou e falou também em reforças os laços com a base social do partido. “Na Câmara, temos lutado por uma pauta que dialoga com nossa base. A bancada lutou pelo projeto as cotas em universidades, pelo aumento da licença-maternidade e pelas políticas em favor dos negros, dos jovens, dos idosos” enumerou.
Para ele, embora a população nem sempre perceba o importante papel do PT nesse processo, o governo Lula já está deixando um saldo diferenciado de consciência política. “Mas precisamos continuar disputando a hegemonia dos nossos valores socialistas, articulando esses valores gerais com as conquistas concretas”, concluiu.
A análise é do ministro Luiz Dulci, da Secretaria-Geral da Presidência da República, produzida na última mesa de debates do 3º Seminário Nacional CNB, realizado em São Roque (SP), no fim de semana. Participaram da mesa de Dulci o presidente do PT, Ricardo Berzoini; o chefe de Gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho, e o líder do partido na Câmara Federal, Maurício Rands.
“As pessoas valorizam as mudanças que fizemos, mas não a identificam com um projeto estruturalmente diferente do anterior”, afirmou Dulci, ressaltando a importância do debate público em torno disso. “É importante que os 70% que apóiam o governo Lula (segundo pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira passada) se identifiquem com o nosso projeto”, completou.
Dulci lembrou que o governo Lula superou, na teoria e na prática, uma série de dilemas e impasses dos anos 80 e 90.
“Superamos o falso dilema entre estabilidade e crescimento e mostramos que é possível crescer com inflação baixa. Superamos o falso dilema entre estado e mercado, fortalecendo o Estado sem estatizar. Superamos o falso dilema entre exportação e mercado interno, quando apostamos nas duas coisas e mostramos que é possível conciliar. Superamos o falso dilema entre econômico e social, mostrando que o investimento no social tem impacto macroeconômico virtuoso, faz a economia girar. E superamos o falso dilema entre integração subordinada ou virar as costas para o mundo, fazendo a integração soberana”, listou o ministro.
Dulci defendeu o estabelecimento de uma política nacional de alianças em 2010, o apoio do PT às prefeituras petistas na conjuntura da crise econômica e o aprofundamento das relações do partido com a sociedade.
“Não é verdade que perdemos a relação com o movimento social. O governo, com todas as limitações, consolidou essa relação. Mas pode ser mais qualificada, com velhos e novos sujeitos sociais. Nesse sentido, os setoriais do partido são muito importantes”, observou.
Novo projeto
Em sua exposição, Gilberto Carvalho também destacou o êxito do governo Lula e as eleições de 2010 como o grande momento de reafirmação desse projeto.
“Praticamos um programa que tem produzido mudanças efetivas na vida dos mais pobres. Sabemos o que o povo ganhou e o que a elite perdeu. Isso nos obriga a uma dedicação ainda maior do que em 2002 e 2006. Temoso de avançar e estabelecer correlação de forças ainda maior”, disse, repetindo a expressão cunhada por José Dirceu no dia anterior, de que 2010 será “a eleição de nossas vidas”.
Ele ponderou, porém, que, a partir de agora, será preciso elaborar um novo projeto. “O Brasil amanhece o ano de 2011 muito diferente do que amanheceu em 2003. Há um novo país, qual o projeto que temos para ele? 2009 deve ser de intensa reflexão sobre esse tema. E o método mais rico de elaboração é aquele que parte de nossas experiências. A riqueza que foi o Brasil nos últimos anos é a matéria-prima de dessa reflexão”.
Do ponto de vista interno, Carvalho destacou como ponto inicial a unidade e o coesionamento do partido em torno da atual direção. “Temos superar dificuldades e divergências, com a consciência do que está em jogo, dando maior legitimidade, apoio e autoridade à atual direção do partido. Não é bom antecipar debate sobre nomes (que disputariam o PED 2009). Temos de dar ao Berzoini todo o respaldo”, afirmou.
Diálogo
O presidente Ricardo Berzoini iniciou sua explanação afirmando que as eleições de 2008 mostraram as potencialidades, as limitações e as características do PT nas várias regiões do país. E destacou a necessidade de se abrir, já em 2009, um processo de diagnóstico e diálogo, nos Estados, com os partidos da base aliada.
O líder Maurício Rands concordou e falou também em reforças os laços com a base social do partido. “Na Câmara, temos lutado por uma pauta que dialoga com nossa base. A bancada lutou pelo projeto as cotas em universidades, pelo aumento da licença-maternidade e pelas políticas em favor dos negros, dos jovens, dos idosos” enumerou.
Para ele, embora a população nem sempre perceba o importante papel do PT nesse processo, o governo Lula já está deixando um saldo diferenciado de consciência política. “Mas precisamos continuar disputando a hegemonia dos nossos valores socialistas, articulando esses valores gerais com as conquistas concretas”, concluiu.
domingo, 23 de novembro de 2008
JOTA LOPES BLUMENAU: Nível do Rio Itajaí
JOTA LOPES BLUMENAU: Nível do Rio Itajaí
Parabéns pela cobertuda companheiro, o seu blog é o mais lido da cidade!!!
Parabéns pela cobertuda companheiro, o seu blog é o mais lido da cidade!!!
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