segunda-feira, 17 de maio de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Passei tempo estudando a influência ideológica sobre a juventude brasileira, considero que o avanço do neoliberalismo no Brasil cultivou o individualismo e a despolitização, a juventude foi a parcela mais atingida da população. Uma onda de valores, propagandeados pelos grandes meios de comunicação, colocou o consumo e a negação da política na ordem do dia nos anos neoliberais.
Achei bacana a pesquisa feita pela Studio Idéias, que aponta a figura materna como determinante na constituição da personalidade dos jovens nascidos nas décadas de 80 e 90. Para quem se interessa segue em anexo:
Os jovens de hoje são filhos da mãe. Com todo respeito. A constatação, resultado de uma das mais interessantes pesquisas sobre a juventude brasileira, aponta que a figura mãe se tornou a referência máxima da geração nascida nos anos 80 e 90. Num país em que 20 milhões de famílias são chefiadas por mulheres, valores considerados maternais (o afeto como vetor da felicidade, cultivar amigos, fazer o que gosta e cuidar de quem se gosta) passaram a substituir aqueles tidos como "masculinos" (ganhar dinheiro, fazer carreira, subir a todo preço), que predominaram na geração anterior.
A intenção da Novos Consumidores 2, pesquisa feita pela Studio Idéias entre julho e outubro de 2008 com 1.623 jovens de todo o país e lançada no fim do ano, era medir a relação que os jovens mantêm com a publicidade. Mas, a pedido do Núcleo Jovem da editora Abril, que solicitou o estudo, formou um balanço de como se expressam as pessoas de 13 a 24 anos, dos centros urbanos. "Tivemos o cuidado de não falar com formadores de opinião, para retratar o brasileiro médio, com um mínimo de acesso à internet", diz Brenda Fucuta, a diretora do Núcleo Jovem da Abril, responsável pela pesquisa.
Jornalista desde o fim dos anos 80, Brenda trabalha com leitores adolescentes há mais de dez anos. Foi diretora da revista Capricho e hoje comanda um rol de publicações para jovens, com 7 milhões de exemplares mensais. Sob o comando de Brenda, o estudo aferiu comportamentos que explicam em parte o modo como os jovens se expressam. Na internet ou na roda de conversa, eles ditam a linguagem que será absorvida no trabalho e nas reuniões familiares.
Brenda sabe que toda pesquisa padece do risco de generalizar o que pode ser só tendência parcial. Mas crê que sua pesquisa traz marcas geracionais que serão incorporadas pela sociedade. "A geração paz e amor foi uma minoria, mas impactou uma era", diz. Brenda mostra aqui como, por influência materna, o jovem atual está feminilizando sua visão de mundo e agitando sua linguagem
Qual a diferença do jovem de hoje para o de ontem?
Há um contraste grande com os valores yuppies. Os jovens estão mais preocupados em ter prazer no que fazem e estar com os amigos do que fazer carreira a todo custo. Isso pode ser só um ciclo, o da geração avessa à geração anterior. Mas pode ter a ver com um dado de nossa pesquisa: a influência feminina.
A mulher mudou mesmo os valores juvenis?
A juventude atualizou o papel da mãe, que não é só a mãe querida, mas a mulher admirada, que dá conta da casa e do trabalho. Seus filhos herdaram valores "maternais". Valorizam o coletivo e fazem dos amigos uma família ampliada. Estar junto, a tolerância, é mais forte do que ganhar dinheiro e ser bem-sucedido, valores mais "masculinos". Chamo o período atual de novo matriarcado e a atual juventude, de "filhos da mãe".
Como a presença materna se reflete no jovem?
Como as mulheres refizeram o caminho que foi dos homens, temos adolescentes mais atiradas, que ficam com vários parceiros e veem o namoro como limitador. Meninas com comportamento mais "masculino", mas ainda românticas. Em contrapartida, há esvaziamento do papel dos meninos. Estão perdidos, não sabem o que fazer, enquanto elas sabem: têm muita diferença a tirar.
Como isso se reflete na linguagem?
Na escrita, sob a revolução midiática, nunca se escreveu tanto. Ao menos por enquanto, internet para o jovem é rede social, uma maneira de conversar com os outros, de mostrar-se e de ver o que acontece. As pessoas querem cultivar amigos. Com isso, há uma oralidade sendo transmitida à escrita. Há os neologismos da internet e há os da fala cotidiana.
O jovem adota gírias só até entrar no mercado?
Pode ser, mas é preciso considerar que o mercado e as famílias estão mais abertos a gírias adolescentes do que o inverso. Hoje, é comum ouvir, no trabalho, expressões que os pais incorporaram dos filhos. As pessoas falam "beleza" e "tá certo" mesmo em atividades formais - e já não soa esquisito. Os ambientes de trabalho estão mais flexíveis com a linguagem. A juventude fez isso.
A barreira da linguagem reflete nossa ignorância sobre o jovem?
Há muitos mitos. Não está correta, por exemplo, a ideia de geração que nasceu digital, faz ene coisas ao mesmo tempo e quer liberdade, espaços abertos, esportes radicais. E, embora o jovem leve vantagem com as novas mídias, ele lida com as novidades de maneira espantada, assim como nós. Nesta pesquisa e numa anterior, de 2005, os jovens se dizem afogados com tanta informação.
Que outros mitos ruíram?
O de que eles preferem ambientes abertos. O lugar mais jovem da cidade é a sua casa. É lá que ele se sente à vontade, e os pais o estimulam a receber amigos. Isso tem a ver com segurança e também com a mudança estrutural das famílias, que eram grandes. Agora, têm poucos filhos, se deslocaram e ficaram longe de avós e tios. Os amigos cumprem o papel dos antigos primos e irmãos.
O gosto pela casa indica uma geração que fez da internet sua janela?
O que se nota é que o contato digital é tão prazeroso quanto a necessidade física de estar com a turma. Não é uma experiência tão pobre quanto imaginam os adultos. A imagem do jovem que faz mil coisas de uma vez também é falsa. Ele consome muitas mídias: são 8 horas diárias, 3 só na internet, outras 3 na TV, mas um consumo fragmentado, não tão simultâneo.
O jovem é superficial e alienado? Ou isso é mito?
Não diria superficial. Os valores mudaram. Tivemos gerações empenhadas em política ou em ganhar dinheiro. Hoje, há bandeiras como "vamos viver a vida com mais prazer e sentido". Não serão esses os jovens que vão revolucionar o meio ambiente, mas tiveram mais convites a pensar a questão. O fato é que a presença feminina se reflete numa geração mais conservadora e menos individualista, atenta à qualidade da própria vida. Não dá para dizer que é mais alienada.
Não há mais informação do que jovens bem informados?
O jovem está sim mais informado. Minha geração tinha mídias tradicionais para consultar, e isso limitava o número de pessoas informadas. Hoje é diferente. Uma adolescente me disse algo decisivo: "Não preciso ir até a informação, ela vem a mim". Se as Torres Gêmeas caem ou o Lombardi morre, o jovem saberá, mas de segunda, terceira mão, sem consultar as mídias tradicionais. Fiz um estudo de caso no Twitter de uma garota que postou a mensagem "O Lombardi morreu. Não acredito". Quis saber onde ela buscou a história e vi que no Twitter de uma celebridade. Ela retuitou a informação, e seus amigos a seguiram. Alguns, então, questionam: "Mas morreu do quê?". Aí vão às mídias tradicionais buscar detalhes e dizer ao amigo que sabem mais do que ele.
Quais os acertos e os erros na linguagem que se adota com o jovem?
O conteúdo é importante, mas desde que embalado de um jeito funcional. E o jovem gosta de entretenimento aliado a
conteúdo. Se algo benfeito é bem embalado, o jovem tira de letra mesmo a mensagem mais complexa. Por outro lado, o erro mais tosco é posar de jovem. Tende-se a exagerar na gíria. O jovem percebe quando um adulto se passa por garoto. Outro erro é congelar a imagem do jovem no filho, no sobrinho. As pessoas mudam com rapidez seus hábitos, é fácil perder o compasso. O terceiro erro é não valorizar a força do visual da mensagem. É preciso traduzir fatos em imagens e "imagens verbais".
Quais os obstáculos para quem quer comunicar-se com o jovem?
Só na aparência os jovens são autossuficientes. Passam 80% do tempo se autoabastecendo de dados, e de algum modo digerem o que vale a pena e vai sustentar seus papos. Há gente, por enquanto adulta, que fornece o conteúdo que, de alguma maneira, será tema da conversa deles. Estamos no grande momento de desenvolver um modelo de fluxo de informação. Para alguém autossuficiente, mas carente de orientação.
O que se aponta no futuro?
Com a consolidação da figura da mãe por essa geração, tendemos a ver jovens cada vez mais "femininos", tolerantes e acolhedores, valorizando a família e os amigos. Na mesma direção, há uma mulher agressiva, "masculina", que determina cada vez mais os rumos da sociedade. Está anunciada, e para breve, uma nova onda: a revisão do papel masculino. Que homens serão esses que começaram a dar tal importância à mulher? Como isso se refletirá na linguagem? São perguntas que a atual geração deve nos responder. No futuro, é claro.
Achei bacana a pesquisa feita pela Studio Idéias, que aponta a figura materna como determinante na constituição da personalidade dos jovens nascidos nas décadas de 80 e 90. Para quem se interessa segue em anexo:
Os jovens de hoje são filhos da mãe. Com todo respeito. A constatação, resultado de uma das mais interessantes pesquisas sobre a juventude brasileira, aponta que a figura mãe se tornou a referência máxima da geração nascida nos anos 80 e 90. Num país em que 20 milhões de famílias são chefiadas por mulheres, valores considerados maternais (o afeto como vetor da felicidade, cultivar amigos, fazer o que gosta e cuidar de quem se gosta) passaram a substituir aqueles tidos como "masculinos" (ganhar dinheiro, fazer carreira, subir a todo preço), que predominaram na geração anterior.
A intenção da Novos Consumidores 2, pesquisa feita pela Studio Idéias entre julho e outubro de 2008 com 1.623 jovens de todo o país e lançada no fim do ano, era medir a relação que os jovens mantêm com a publicidade. Mas, a pedido do Núcleo Jovem da editora Abril, que solicitou o estudo, formou um balanço de como se expressam as pessoas de 13 a 24 anos, dos centros urbanos. "Tivemos o cuidado de não falar com formadores de opinião, para retratar o brasileiro médio, com um mínimo de acesso à internet", diz Brenda Fucuta, a diretora do Núcleo Jovem da Abril, responsável pela pesquisa.
Jornalista desde o fim dos anos 80, Brenda trabalha com leitores adolescentes há mais de dez anos. Foi diretora da revista Capricho e hoje comanda um rol de publicações para jovens, com 7 milhões de exemplares mensais. Sob o comando de Brenda, o estudo aferiu comportamentos que explicam em parte o modo como os jovens se expressam. Na internet ou na roda de conversa, eles ditam a linguagem que será absorvida no trabalho e nas reuniões familiares.
Brenda sabe que toda pesquisa padece do risco de generalizar o que pode ser só tendência parcial. Mas crê que sua pesquisa traz marcas geracionais que serão incorporadas pela sociedade. "A geração paz e amor foi uma minoria, mas impactou uma era", diz. Brenda mostra aqui como, por influência materna, o jovem atual está feminilizando sua visão de mundo e agitando sua linguagem
Qual a diferença do jovem de hoje para o de ontem?
Há um contraste grande com os valores yuppies. Os jovens estão mais preocupados em ter prazer no que fazem e estar com os amigos do que fazer carreira a todo custo. Isso pode ser só um ciclo, o da geração avessa à geração anterior. Mas pode ter a ver com um dado de nossa pesquisa: a influência feminina.
A mulher mudou mesmo os valores juvenis?
A juventude atualizou o papel da mãe, que não é só a mãe querida, mas a mulher admirada, que dá conta da casa e do trabalho. Seus filhos herdaram valores "maternais". Valorizam o coletivo e fazem dos amigos uma família ampliada. Estar junto, a tolerância, é mais forte do que ganhar dinheiro e ser bem-sucedido, valores mais "masculinos". Chamo o período atual de novo matriarcado e a atual juventude, de "filhos da mãe".
Como a presença materna se reflete no jovem?
Como as mulheres refizeram o caminho que foi dos homens, temos adolescentes mais atiradas, que ficam com vários parceiros e veem o namoro como limitador. Meninas com comportamento mais "masculino", mas ainda românticas. Em contrapartida, há esvaziamento do papel dos meninos. Estão perdidos, não sabem o que fazer, enquanto elas sabem: têm muita diferença a tirar.
Como isso se reflete na linguagem?
Na escrita, sob a revolução midiática, nunca se escreveu tanto. Ao menos por enquanto, internet para o jovem é rede social, uma maneira de conversar com os outros, de mostrar-se e de ver o que acontece. As pessoas querem cultivar amigos. Com isso, há uma oralidade sendo transmitida à escrita. Há os neologismos da internet e há os da fala cotidiana.
O jovem adota gírias só até entrar no mercado?
Pode ser, mas é preciso considerar que o mercado e as famílias estão mais abertos a gírias adolescentes do que o inverso. Hoje, é comum ouvir, no trabalho, expressões que os pais incorporaram dos filhos. As pessoas falam "beleza" e "tá certo" mesmo em atividades formais - e já não soa esquisito. Os ambientes de trabalho estão mais flexíveis com a linguagem. A juventude fez isso.
A barreira da linguagem reflete nossa ignorância sobre o jovem?
Há muitos mitos. Não está correta, por exemplo, a ideia de geração que nasceu digital, faz ene coisas ao mesmo tempo e quer liberdade, espaços abertos, esportes radicais. E, embora o jovem leve vantagem com as novas mídias, ele lida com as novidades de maneira espantada, assim como nós. Nesta pesquisa e numa anterior, de 2005, os jovens se dizem afogados com tanta informação.
Que outros mitos ruíram?
O de que eles preferem ambientes abertos. O lugar mais jovem da cidade é a sua casa. É lá que ele se sente à vontade, e os pais o estimulam a receber amigos. Isso tem a ver com segurança e também com a mudança estrutural das famílias, que eram grandes. Agora, têm poucos filhos, se deslocaram e ficaram longe de avós e tios. Os amigos cumprem o papel dos antigos primos e irmãos.
O gosto pela casa indica uma geração que fez da internet sua janela?
O que se nota é que o contato digital é tão prazeroso quanto a necessidade física de estar com a turma. Não é uma experiência tão pobre quanto imaginam os adultos. A imagem do jovem que faz mil coisas de uma vez também é falsa. Ele consome muitas mídias: são 8 horas diárias, 3 só na internet, outras 3 na TV, mas um consumo fragmentado, não tão simultâneo.
O jovem é superficial e alienado? Ou isso é mito?
Não diria superficial. Os valores mudaram. Tivemos gerações empenhadas em política ou em ganhar dinheiro. Hoje, há bandeiras como "vamos viver a vida com mais prazer e sentido". Não serão esses os jovens que vão revolucionar o meio ambiente, mas tiveram mais convites a pensar a questão. O fato é que a presença feminina se reflete numa geração mais conservadora e menos individualista, atenta à qualidade da própria vida. Não dá para dizer que é mais alienada.
Não há mais informação do que jovens bem informados?
O jovem está sim mais informado. Minha geração tinha mídias tradicionais para consultar, e isso limitava o número de pessoas informadas. Hoje é diferente. Uma adolescente me disse algo decisivo: "Não preciso ir até a informação, ela vem a mim". Se as Torres Gêmeas caem ou o Lombardi morre, o jovem saberá, mas de segunda, terceira mão, sem consultar as mídias tradicionais. Fiz um estudo de caso no Twitter de uma garota que postou a mensagem "O Lombardi morreu. Não acredito". Quis saber onde ela buscou a história e vi que no Twitter de uma celebridade. Ela retuitou a informação, e seus amigos a seguiram. Alguns, então, questionam: "Mas morreu do quê?". Aí vão às mídias tradicionais buscar detalhes e dizer ao amigo que sabem mais do que ele.
Quais os acertos e os erros na linguagem que se adota com o jovem?
O conteúdo é importante, mas desde que embalado de um jeito funcional. E o jovem gosta de entretenimento aliado a
conteúdo. Se algo benfeito é bem embalado, o jovem tira de letra mesmo a mensagem mais complexa. Por outro lado, o erro mais tosco é posar de jovem. Tende-se a exagerar na gíria. O jovem percebe quando um adulto se passa por garoto. Outro erro é congelar a imagem do jovem no filho, no sobrinho. As pessoas mudam com rapidez seus hábitos, é fácil perder o compasso. O terceiro erro é não valorizar a força do visual da mensagem. É preciso traduzir fatos em imagens e "imagens verbais".
Quais os obstáculos para quem quer comunicar-se com o jovem?
Só na aparência os jovens são autossuficientes. Passam 80% do tempo se autoabastecendo de dados, e de algum modo digerem o que vale a pena e vai sustentar seus papos. Há gente, por enquanto adulta, que fornece o conteúdo que, de alguma maneira, será tema da conversa deles. Estamos no grande momento de desenvolver um modelo de fluxo de informação. Para alguém autossuficiente, mas carente de orientação.
O que se aponta no futuro?
Com a consolidação da figura da mãe por essa geração, tendemos a ver jovens cada vez mais "femininos", tolerantes e acolhedores, valorizando a família e os amigos. Na mesma direção, há uma mulher agressiva, "masculina", que determina cada vez mais os rumos da sociedade. Está anunciada, e para breve, uma nova onda: a revisão do papel masculino. Que homens serão esses que começaram a dar tal importância à mulher? Como isso se refletirá na linguagem? São perguntas que a atual geração deve nos responder. No futuro, é claro.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Tudo é o PT
Hoje a tarde me ligou um companheiro me convidando para participar de uma manifestação contra a falta de água na Itoupavazinha, como sei que se participasse iriam tentar deslegitimar a manifestação, acusando de ser “coisa do PT” preferi não ir. Ao final da tarde o companheiro me ligou e contou que o vereador Marçal esteve lá e acusou os manifestantes de serem do PT. É brincadeira não são somente os petistas que estão sentindo a falta de água no município!!!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Nota publica sobre caso Pavan/Arrows

O Partido dos Trabalhadores vem a público expressar sua posição sobre a gravidade das denúncias que pesam sobre o vice-governador de Santa Catarina, Leonel Pavan (PSDB). O partido entende que tal situação, além de exigir uma apuração rigorosa e transparente, necessita o esclarecimento por parte do próprio Pavan, denunciado, e do secretário da Fazenda do Estado, Antônio Gavazzoni (DEM), responsável pelo órgão onde os fatos podem ter ocorrido.
Conforme afirmou o próprio Procurador Geral de Justiça, Gercio Gomes Neto, em entrevista coletiva na tarde de terça-feira (15), a prova judiciária é contundente para o Ministério Público Catarinense oferecer denúncia contra Pavan. Já o delegado Luiz Carlos Korff, na Procuradoria Geral de Justiça destacou que os telefonemas, imagens e depoimentos demonstram que o pagamento da propina, no valor de R$ 100 mil, realmente se confirmou.
Além disso, outra prova contundente do crime, é o sumiço do processo em que a Arrows Petróleo do Brasil pretendia recuperar a inscrição estadual cancelada. O documento tramitava na Secretaria da Fazenda, a mesma comandada por Gavazzoni, o coloca o secretário sob suspeita. Destacamos que a propina, apontada na denúncia, era justamente para arquivar ou dar sumiço ao processo. Coincidentemente, ou não, foi o que ocorreu.
Diante disso, o Partido dos Trabalhadores, tem construído juntamente e apoiado todas as iniciativas da Bancada do PT na Assembleia Legislativa, que buscam esclarecer à população as denúncias de corrupção apontadas. Exemplos são os requerimentos protocolados na Alesc. O primeiro convoca Gavazzoni a esclarecimentos na Comissão de Economia da Casa. Já o segundo, pede o comparecimento de Pavan junto à Comissão de Justiça da Alesc, também com o intuito de transparecer o caso que tem se tornado notícia recorrente nos veículos de comunicação do estado.
Por tudo isso, diante da gravidade das denúncias, o PT Catarinense entende ser extremamente inviável Pavan assumir o Governo do Estado no início de janeiro de 2010, como vem sido anunciado, inclusive, pelo governador Luis Henrique da Silveira (PMDB). O Partindo entende que os acordos eleitorais entre as siglas dentro do atual governo não podem sobrepor os interesses da população de Santa Catarina. Isso vai em desencontro com a democracia e a lisura no Poder Público, que tem sido manchado por denúncias preocupantes como as que pesam sob Pavan.
Conforme afirmou o próprio Procurador Geral de Justiça, Gercio Gomes Neto, em entrevista coletiva na tarde de terça-feira (15), a prova judiciária é contundente para o Ministério Público Catarinense oferecer denúncia contra Pavan. Já o delegado Luiz Carlos Korff, na Procuradoria Geral de Justiça destacou que os telefonemas, imagens e depoimentos demonstram que o pagamento da propina, no valor de R$ 100 mil, realmente se confirmou.
Além disso, outra prova contundente do crime, é o sumiço do processo em que a Arrows Petróleo do Brasil pretendia recuperar a inscrição estadual cancelada. O documento tramitava na Secretaria da Fazenda, a mesma comandada por Gavazzoni, o coloca o secretário sob suspeita. Destacamos que a propina, apontada na denúncia, era justamente para arquivar ou dar sumiço ao processo. Coincidentemente, ou não, foi o que ocorreu.
Diante disso, o Partido dos Trabalhadores, tem construído juntamente e apoiado todas as iniciativas da Bancada do PT na Assembleia Legislativa, que buscam esclarecer à população as denúncias de corrupção apontadas. Exemplos são os requerimentos protocolados na Alesc. O primeiro convoca Gavazzoni a esclarecimentos na Comissão de Economia da Casa. Já o segundo, pede o comparecimento de Pavan junto à Comissão de Justiça da Alesc, também com o intuito de transparecer o caso que tem se tornado notícia recorrente nos veículos de comunicação do estado.
Por tudo isso, diante da gravidade das denúncias, o PT Catarinense entende ser extremamente inviável Pavan assumir o Governo do Estado no início de janeiro de 2010, como vem sido anunciado, inclusive, pelo governador Luis Henrique da Silveira (PMDB). O Partindo entende que os acordos eleitorais entre as siglas dentro do atual governo não podem sobrepor os interesses da população de Santa Catarina. Isso vai em desencontro com a democracia e a lisura no Poder Público, que tem sido manchado por denúncias preocupantes como as que pesam sob Pavan.
Florianópolis, 15 de dezembro de 2009
Executiva Estadual
Partido dos Trabalhadores
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Uma calúnia que cresce em um belo prado
Caro colunista Carlos Tonet,
O pensador Frances Victor Hugo disse certa vez que "Uma calúnia na imprensa é como a relva num belo prado: cresce por si mesma”. Sua última coluna foi irresponsável, caluniosa e certamente movida pela sua atual opinião política. Sou leitor freqüente da sua coluna, quando era adolescente iniciava a leitura do jornal pela página de esportes, hoje inicio a leitura da “Folha de Blumenau” por sua coluna.
Vejamos suas opiniões, as quais me dou o direito ao contraditório e esclareço a verdade dos fatos:
Escândalo – a matéria da revista norte-americana Veja são denúncias requentadas que já foram rejeitadas pela Justiça Federal por falta de provas e que vieram à tona somente ano passado, durante o período eleitoral, com o objetivo de prejudicar a candidatura do Décio.
Catástrofe – refresco seus neurônios que o Décio e a Ana Paula foram ao gabinete do prefeito, ainda durante as chuvas, entraram em contato com o Presidente Lula e solicitaram ao presidente as primeiras medidas de socorro as vítimas. Sobre as emendas ao orçamento, somente emendas individuais do Décio no ano de 2008 foram 6 milhões e 600 mil reais, boa parte desse recurso foi perdido por incompetência do seu prefeito João Paulo Kleinübing, que preferiu jogar o dinheiro no lixo assim como fez com a comida doada, somente por ser recurso que o Décio estava trazendo para Blumenau.
Eleição e Chororô – o Décio nunca falou que jamais havia perdido uma eleição, pois todos sabemos que perdeu a eleição para deputado estadual em 1994 por apenas 41 votos. E a ação por abuso de poder econômico contra a eleição do João Paulo Kleinübing foi movida pelo PT, pois todo cidadão dessa cidade sabe que o dinheiro decidiu a eleição de 2008, as denúncias de funcionários fantasmas na URB que desde 2005 eram pagos com dinheiro púbico para falar bem da atual administração nas rádios é exemplo disso, a prerrogativa é da justiça eleitoral em analisar se ouve influência econômica na eleição.
Emenda da reeleição – o Décio como bom republicano que é nunca foi favorável ao terceiro mandato do Presidente Lula, ele e mais 183 deputados assinaram uma proposta que seria submetida a referendo popular, proposta mais democrática impossível, mas povo e democracia não são palavras que agradam os detentores do poder em Blumenau, poderosos que você parece gostar tanto.
Já ia esquecendo, infelizmente temos mais uma discordância: fico com o brasileiro Nenê como o rei das enterradas da NBA. E para finalizar, tenho alguns amigos da direita que conhecem o Roberto Civita, dono da revista Veja, e vou pedir para que você seja indicado para substituir o Diogo Mainardi.
O pensador Frances Victor Hugo disse certa vez que "Uma calúnia na imprensa é como a relva num belo prado: cresce por si mesma”. Sua última coluna foi irresponsável, caluniosa e certamente movida pela sua atual opinião política. Sou leitor freqüente da sua coluna, quando era adolescente iniciava a leitura do jornal pela página de esportes, hoje inicio a leitura da “Folha de Blumenau” por sua coluna.
Vejamos suas opiniões, as quais me dou o direito ao contraditório e esclareço a verdade dos fatos:
Escândalo – a matéria da revista norte-americana Veja são denúncias requentadas que já foram rejeitadas pela Justiça Federal por falta de provas e que vieram à tona somente ano passado, durante o período eleitoral, com o objetivo de prejudicar a candidatura do Décio.
Catástrofe – refresco seus neurônios que o Décio e a Ana Paula foram ao gabinete do prefeito, ainda durante as chuvas, entraram em contato com o Presidente Lula e solicitaram ao presidente as primeiras medidas de socorro as vítimas. Sobre as emendas ao orçamento, somente emendas individuais do Décio no ano de 2008 foram 6 milhões e 600 mil reais, boa parte desse recurso foi perdido por incompetência do seu prefeito João Paulo Kleinübing, que preferiu jogar o dinheiro no lixo assim como fez com a comida doada, somente por ser recurso que o Décio estava trazendo para Blumenau.
Eleição e Chororô – o Décio nunca falou que jamais havia perdido uma eleição, pois todos sabemos que perdeu a eleição para deputado estadual em 1994 por apenas 41 votos. E a ação por abuso de poder econômico contra a eleição do João Paulo Kleinübing foi movida pelo PT, pois todo cidadão dessa cidade sabe que o dinheiro decidiu a eleição de 2008, as denúncias de funcionários fantasmas na URB que desde 2005 eram pagos com dinheiro púbico para falar bem da atual administração nas rádios é exemplo disso, a prerrogativa é da justiça eleitoral em analisar se ouve influência econômica na eleição.
Emenda da reeleição – o Décio como bom republicano que é nunca foi favorável ao terceiro mandato do Presidente Lula, ele e mais 183 deputados assinaram uma proposta que seria submetida a referendo popular, proposta mais democrática impossível, mas povo e democracia não são palavras que agradam os detentores do poder em Blumenau, poderosos que você parece gostar tanto.
Já ia esquecendo, infelizmente temos mais uma discordância: fico com o brasileiro Nenê como o rei das enterradas da NBA. E para finalizar, tenho alguns amigos da direita que conhecem o Roberto Civita, dono da revista Veja, e vou pedir para que você seja indicado para substituir o Diogo Mainardi.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Serra delatado por FHC e apanha de Xuxa
FHC mui amigo do Serra!!!
Em entrevista para a revista norte americana Veja, FHC delata os pensamentos privatistas de José Serra.
Serra apanha da Xuxa quando era ministro.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Dinheiro na meia e oração da propina do DEMo
Esse é o Deputado do “Democratas (DEM)” (democratas para filhos da ditadura é de doer) que anda com dinheiro na meia.
Oração da propina do DEMo.
sábado, 28 de novembro de 2009
Governador do DEM recebendo propina.
Vídeo mostra único governador do DEM, José Roberto Arruda do DF recebendo propina.
sábado, 21 de novembro de 2009
O PT de Blumenau dá mais um exemplo de maturidade
Companheiros, depois de muito debate e de uma boa disputa durante a campanha entramos em entendimento, vamos fazer alternância na presidência do PT de Blumenau.
Obrigado pelo apoio e a disputa entre as chapas continuam.

Companheir@s militantes petistas, nesse domingo (22.11) em todo o Brasil a militância do Partido dos Trabalhadores, está indo as urnas para exercermos o maior exemplo de democracia partidária existente no mundo, que é o voto direto de todo filiado para eleger em todos os níveis à próxima direção partidária.
O Governo Federal do PT, ao contrário do que muitos diziam, está transformando o Brasil e ajudando a transformar o mundo. Após quase sete anos da grande vitória do povo brasileiro em 2002, podemos afirmar claramente que o governo Lula (PT) organizou o projeto de desenvolvimento do país na direção oposta aos governos populistas e saqueadores. Fortaleceu o Estado, no que se refere tanto ao planejamento quanto à indução do processo de desenvolvimento econômico e social. Todos ganharam. Valorizou o trabalho e os trabalhadores, promovendo distribuição de renda, ampliando direitos sociais, dialogando com os movimentos sociais e criando espaços institucionais nos quais sua participação foi valorizada e respeitada. E assim precisamos continuar. Pois fizemos em cerca de 7 anos o que os outros não quiseram fazer em séculos.
As transformações promovidas por nosso governo desde janeiro de 2003 não existiriam e não seriam as mesmas sem o PT, como maior partido orientador deste governo. O PT, desde sua fundação, assumiu a luta pela superação das desigualdades, pela ampliação da democracia, pela construção de um país mais justo e soberano. O PT não sucumbiu ao canto daqueles que pregaram o fim da história e o fim da política e que, sem nenhum pudor, admitiram que milhões de brasileiros estariam irremediavelmente apartados do crescimento econômico e de uma vida digna. O PT em seus 30 anos de existência foi fundamental para denunciar as desigualdades e a exclusão, o autoritarismo, os ataques aos direitos humanos e sociais. Em 2010 e 2012 temos a tarefa de garantir que o Brasil continue no rumo do desenvolvimento e dos avanços políticos, econômicos e sócias; inclusive nos fortalecendo externamente.
Vitória do povo e do PT em 2010 e 2012 é mais importante que eventuais disputas internas.
Durante essa campanha para o PED ficou claro o tamanho do desafio que teremos pela frente nos próximos anos, temos que concentrar nossas forças de forma unificada para elegermos o projeto do PT para a presidência do Brasil. Projeto este representado pela aguerrida Companheira Dilma Russeff, bem como um projeto do povo para o de Santa Catarina, aqui representado pela Companheira Ideli. Temos que manter e se possível ampliar o espaço conquistado pelos trabalhadores no Senado com a eleição do Companheiro Claudio Vignatti e do outro nome a ser definido. Pela região de Blumenau, temos concretas condições de ampliarmos para dois Deputados Estaduais com os pré-candidatos Vanderlei de Oliveira e a companheira Ana Paula e mantermos a cadeira na Câmara Federal com a reeleição do companheiro Décio Lima. Essas tarefas nos exigem um partido forte, militante e unitário.
Desde o inicio ambas as chapas e os candidatos que se inscreveram para disputar o PED se esforçaram para a unidade, como a próxima direção terá quatro anos de gestão pela frente, os companheiros Odair e Jefferson Forest terão a responsabilidade pela alternância na presidência do PT, e todas as forças que compõe o PT municipal (TM, CNB, RP, ES, MPT e outras) deverão compor a direção partidária. Todos somos sabedores do tamanho de nossas responsabilidades com nossa cidade, nosso estado e nosso pais.
Obrigado pelo apoio e a disputa entre as chapas continuam.

Companheir@s militantes petistas, nesse domingo (22.11) em todo o Brasil a militância do Partido dos Trabalhadores, está indo as urnas para exercermos o maior exemplo de democracia partidária existente no mundo, que é o voto direto de todo filiado para eleger em todos os níveis à próxima direção partidária.
O Governo Federal do PT, ao contrário do que muitos diziam, está transformando o Brasil e ajudando a transformar o mundo. Após quase sete anos da grande vitória do povo brasileiro em 2002, podemos afirmar claramente que o governo Lula (PT) organizou o projeto de desenvolvimento do país na direção oposta aos governos populistas e saqueadores. Fortaleceu o Estado, no que se refere tanto ao planejamento quanto à indução do processo de desenvolvimento econômico e social. Todos ganharam. Valorizou o trabalho e os trabalhadores, promovendo distribuição de renda, ampliando direitos sociais, dialogando com os movimentos sociais e criando espaços institucionais nos quais sua participação foi valorizada e respeitada. E assim precisamos continuar. Pois fizemos em cerca de 7 anos o que os outros não quiseram fazer em séculos.
As transformações promovidas por nosso governo desde janeiro de 2003 não existiriam e não seriam as mesmas sem o PT, como maior partido orientador deste governo. O PT, desde sua fundação, assumiu a luta pela superação das desigualdades, pela ampliação da democracia, pela construção de um país mais justo e soberano. O PT não sucumbiu ao canto daqueles que pregaram o fim da história e o fim da política e que, sem nenhum pudor, admitiram que milhões de brasileiros estariam irremediavelmente apartados do crescimento econômico e de uma vida digna. O PT em seus 30 anos de existência foi fundamental para denunciar as desigualdades e a exclusão, o autoritarismo, os ataques aos direitos humanos e sociais. Em 2010 e 2012 temos a tarefa de garantir que o Brasil continue no rumo do desenvolvimento e dos avanços políticos, econômicos e sócias; inclusive nos fortalecendo externamente.
Vitória do povo e do PT em 2010 e 2012 é mais importante que eventuais disputas internas.
Durante essa campanha para o PED ficou claro o tamanho do desafio que teremos pela frente nos próximos anos, temos que concentrar nossas forças de forma unificada para elegermos o projeto do PT para a presidência do Brasil. Projeto este representado pela aguerrida Companheira Dilma Russeff, bem como um projeto do povo para o de Santa Catarina, aqui representado pela Companheira Ideli. Temos que manter e se possível ampliar o espaço conquistado pelos trabalhadores no Senado com a eleição do Companheiro Claudio Vignatti e do outro nome a ser definido. Pela região de Blumenau, temos concretas condições de ampliarmos para dois Deputados Estaduais com os pré-candidatos Vanderlei de Oliveira e a companheira Ana Paula e mantermos a cadeira na Câmara Federal com a reeleição do companheiro Décio Lima. Essas tarefas nos exigem um partido forte, militante e unitário.
Desde o inicio ambas as chapas e os candidatos que se inscreveram para disputar o PED se esforçaram para a unidade, como a próxima direção terá quatro anos de gestão pela frente, os companheiros Odair e Jefferson Forest terão a responsabilidade pela alternância na presidência do PT, e todas as forças que compõe o PT municipal (TM, CNB, RP, ES, MPT e outras) deverão compor a direção partidária. Todos somos sabedores do tamanho de nossas responsabilidades com nossa cidade, nosso estado e nosso pais.
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