
O Partido dos Trabalhadores vem a público expressar sua posição sobre a gravidade das denúncias que pesam sobre o vice-governador de Santa Catarina, Leonel Pavan (PSDB). O partido entende que tal situação, além de exigir uma apuração rigorosa e transparente, necessita o esclarecimento por parte do próprio Pavan, denunciado, e do secretário da Fazenda do Estado, Antônio Gavazzoni (DEM), responsável pelo órgão onde os fatos podem ter ocorrido.
Conforme afirmou o próprio Procurador Geral de Justiça, Gercio Gomes Neto, em entrevista coletiva na tarde de terça-feira (15), a prova judiciária é contundente para o Ministério Público Catarinense oferecer denúncia contra Pavan. Já o delegado Luiz Carlos Korff, na Procuradoria Geral de Justiça destacou que os telefonemas, imagens e depoimentos demonstram que o pagamento da propina, no valor de R$ 100 mil, realmente se confirmou.
Além disso, outra prova contundente do crime, é o sumiço do processo em que a Arrows Petróleo do Brasil pretendia recuperar a inscrição estadual cancelada. O documento tramitava na Secretaria da Fazenda, a mesma comandada por Gavazzoni, o coloca o secretário sob suspeita. Destacamos que a propina, apontada na denúncia, era justamente para arquivar ou dar sumiço ao processo. Coincidentemente, ou não, foi o que ocorreu.
Diante disso, o Partido dos Trabalhadores, tem construído juntamente e apoiado todas as iniciativas da Bancada do PT na Assembleia Legislativa, que buscam esclarecer à população as denúncias de corrupção apontadas. Exemplos são os requerimentos protocolados na Alesc. O primeiro convoca Gavazzoni a esclarecimentos na Comissão de Economia da Casa. Já o segundo, pede o comparecimento de Pavan junto à Comissão de Justiça da Alesc, também com o intuito de transparecer o caso que tem se tornado notícia recorrente nos veículos de comunicação do estado.
Por tudo isso, diante da gravidade das denúncias, o PT Catarinense entende ser extremamente inviável Pavan assumir o Governo do Estado no início de janeiro de 2010, como vem sido anunciado, inclusive, pelo governador Luis Henrique da Silveira (PMDB). O Partindo entende que os acordos eleitorais entre as siglas dentro do atual governo não podem sobrepor os interesses da população de Santa Catarina. Isso vai em desencontro com a democracia e a lisura no Poder Público, que tem sido manchado por denúncias preocupantes como as que pesam sob Pavan.
Conforme afirmou o próprio Procurador Geral de Justiça, Gercio Gomes Neto, em entrevista coletiva na tarde de terça-feira (15), a prova judiciária é contundente para o Ministério Público Catarinense oferecer denúncia contra Pavan. Já o delegado Luiz Carlos Korff, na Procuradoria Geral de Justiça destacou que os telefonemas, imagens e depoimentos demonstram que o pagamento da propina, no valor de R$ 100 mil, realmente se confirmou.
Além disso, outra prova contundente do crime, é o sumiço do processo em que a Arrows Petróleo do Brasil pretendia recuperar a inscrição estadual cancelada. O documento tramitava na Secretaria da Fazenda, a mesma comandada por Gavazzoni, o coloca o secretário sob suspeita. Destacamos que a propina, apontada na denúncia, era justamente para arquivar ou dar sumiço ao processo. Coincidentemente, ou não, foi o que ocorreu.
Diante disso, o Partido dos Trabalhadores, tem construído juntamente e apoiado todas as iniciativas da Bancada do PT na Assembleia Legislativa, que buscam esclarecer à população as denúncias de corrupção apontadas. Exemplos são os requerimentos protocolados na Alesc. O primeiro convoca Gavazzoni a esclarecimentos na Comissão de Economia da Casa. Já o segundo, pede o comparecimento de Pavan junto à Comissão de Justiça da Alesc, também com o intuito de transparecer o caso que tem se tornado notícia recorrente nos veículos de comunicação do estado.
Por tudo isso, diante da gravidade das denúncias, o PT Catarinense entende ser extremamente inviável Pavan assumir o Governo do Estado no início de janeiro de 2010, como vem sido anunciado, inclusive, pelo governador Luis Henrique da Silveira (PMDB). O Partindo entende que os acordos eleitorais entre as siglas dentro do atual governo não podem sobrepor os interesses da população de Santa Catarina. Isso vai em desencontro com a democracia e a lisura no Poder Público, que tem sido manchado por denúncias preocupantes como as que pesam sob Pavan.
Florianópolis, 15 de dezembro de 2009
Executiva Estadual
Partido dos Trabalhadores
