segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Lula anuncia hoje regras que asseguram riquezas do pré-sal para o povo brasileiro


O Brasil está dando mais um passo para alcançar uma nova era: Lula reúne hoje o todo o Ministério e o Conselho Político do governo para fechar a proposta das novas regras de exploração e produção de petróleo e gás natural no País. São mudanças muito importantes para que os recursos petrolíferos descobertos pela Petrobras abaixo da camada de sal do Oceano Atlântico sejam bem aproveitados e se transformem em uma riqueza para melhorar a vida de todos os brasileiros – especialmente os mais pobres. Esses recursos são importantes também para o desenvolvimento consistente e presença marcante do Brasil no mundo.
O governo precisa fazer as mudanças nas regras de exploração e produção de petróleo no País porque o cenário mudou desde a descoberta do Campo de Tupi. Em novembro de 2007, a Petrobras informou à Agência Nacional de Petróleo (ANP) e ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que seus estudos geológicos indicavam a existência de grande potencial petrolífero na Plataforma Continental, em uma área de 149 mil km², que se estende do litoral do Espírito Santo ao de Santa Catarina.
A probabilidade de se encontrar petróleo nessa província marítima, que é do tamanho dos estados de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, juntos, passou a ser muito grande. E o modelo de concessão criado para atrair investimentos das empresas petrolíferas multinacionais deixou de ser interessante para o País.
Confira aqui o novo site da Petrobras com 10 perguntas para você entender o Pré-sal. Pelas regras atuais, as empresas que vencem uma concorrência para a exploração de um bloco passam a ter direitos sobre tudo que for descoberto, desde que paguem os tributos e as participações governamentais definidas em lei.
Pelo novo modelo que o governo está propondo, o de partilha, a União passa a ser “sócia” das empresas que investirem na exploração e produção de petróleo e gás natural no Brasil, mas mantém o controle dessas atividades por meio de uma empresa pública que será criada com esse propósito. Passa também a dividir os “lucros” com as empresas contratadas, recebendo sua parte em petróleo e gás natural.
Esse modelo só será aplicado para as áreas que ainda não foram licitadas pelo regime de concessão, que equivalem a cerca de 72% do Pré-sal ou 107 mil km². Para os 28% já licitados (42 mil km²), permanecem as regras atuais de contratação e distribuição da participação governamental na produção do petróleo.
A criação de uma nova empresa pública para defender os interesses do governo federal nos empreendimentos petrolíferos – principalmente os da área Pré-sal – tem como objetivo assegurar o maior volume de recursos possível para o Novo Fundo Social que será criado para investir em programas de educação, ciência e tecnologia e combate à pobreza.
A descoberta do Pré-sal é uma benção, mas é também uma recompensa gratificante para todos os que acreditaram e lutaram para provar a capacidade, a competência e a criatividade que o povo brasileiro tem para vencer desafios, mesmo aqueles considerados impossíveis. Ficaram para trás os que duvidaram da existência de petróleo no Brasil, os que duvidaram que pudéssemos retirar o petróleo da terra ou do fundo do mar com nossos próprios recursos e os que duvidaram que uma empresa estatal pudesse ser competitiva, lucrativa e respeitada mundialmente. E serão vencidos os que duvidarem da nossa capacidade de transformar o pré-sal em uma pista de vôo para um o futuro com mais prosperidade e menos desigualdades.
A divulgação das propostas do governo acontece nesta segunda-feira (31/8), em grande ato público que contará com a presença de congressistas, governadores, prefeitos, empresários, trabalhadores, intelectuais e artistas no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Em seguida, a proposta será encaminhada ao Congresso Nacional para que as mudanças sejam debatidas e transformadas nas leis que vão demarcar um novo tempo de esperança e confiança no futuro.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Vladimir Palmeira, Zé Dirceu e a História da Esquerda brasileira

Bacana a história de militância política dos ex líderes estudantis e ex deputados Vladimir Palmeira e Zé Dirceu. Ambos militam politicamente juntos por muito tempo.
Nunca escondi a admiração que tenho pela militância do companheiro Zé Dirceu se hoje o PT esta governando e muito bem o País muito se deve a ele.

No Periodo que estive na UNE estudava muito a respeito do movimento estudantil brasileiro e sem dúvida a história deles se confunde com a história da redemocratização do Brasil. José Dirceu e Vladimir Palmeira então líderes estudantis, foram presos em Ibiúna, no XXX Congresso da UNE. E em 1969, foram deportados do Brasil em troca da libertação do embaixador norte-americano Charles Elbrick, juntamente com mais quatorze presos políticos, entre eles Luís Travassos e Franklin Martins. Ambos ajudaram a fundar o PT e aturam juntos também na CPI do Fora Collor.

Final do ano passado bati um papo legal com o companheiro Zé Dirceu, me revelou que durante a ditadura veio muitas vezes à Blumenau e Brusque para comprar roupas, pois morava no Paraná onde tinha uma loja. Seu maior defeito é torcer pelo Corinthians


Acompanhem a entrevista do companheiro Vladimir Palmeira, mais um relato histórico da esquerda brasileira.



O movimento estudantil é na minha opinião, a maior e mais qualificada escola de lideranças políticas do País. Ali aprendemos tudo sobre retórica e articulação política, dois pilares para os bom militantes. A militância estudantil sempre foi berço para os militantes da esquerda, recentemente também vem formando quadros para a direita, em Blumenau dois vereadores de direita iniciaram no ME (Movimento Estudantil - sigla utilizada pelos militantes) o Marcelo Schrubbe e o Fabio Fiedler.

Pela esquerda temos o Vanderlei de Oliveira que além de ter sido presidente do Diretório Central dos Estudantes da FURB, também teve uma militância sindical.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

PEC dos Vereadores é aprovada em comissão especial

A proposta que reduz os gastos com os legislativos municipais foi aprovada nesta madrugada na comissão especial que analisava o assunto. O texto também inclui o aumento do número de vereadores, que fazia parte da PEC 333/04, já aprovado pela Câmara no ano passado.

As mudanças faziam parte das propostas de emenda à Constituição 336/09 e 379/09. Elas foram aprovadas na forma do substitutivo do relator, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que recomendou a aprovação dos textos sem alterações. "Considero necessário manter intacto o texto de ambas as propostas, mesmo porque se os alterarmos serão devolvidos ao Senado Federal", explicou o parlamentar.A PEC ainda precisa ser votada pelo plenário em dois turnos.
De acordo com o texto aprovado, o número de vereadores passa dos atuais 51.748 para até 59.791 e o percentual máximo das receitas tributárias e das transferências municipais para financiamento da Câmara de vereadores cai de 5% para 4,5% nas cidades com mais de 500 mil habitantes.
O aumento das vagas entrará em vigor assim que a PEC for promulgada, o que dará direito a cerca de 8 mil suplentes tomarem posse. Já a redução dos repasses passará a valer a partir do ano subsequente à promulgação da PEC.

Da Redação/ND
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

20 anos sem Raulzito


Ouça canção inédita de Raul Seixas
'Gospel' foi composta em 1974 e censurada pelo regime militar.

O de$e$pero de Ze Pedágio por um voto de nordestino

Vejam a que ponto um político desesperado chega para conseguir o voto dos nordestinos.
http://www.youtube.com/watch?v=6eW51JCjJV8